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	<title>MaisNatureza.com &#187; Aves</title>
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	<description>O Guia da Natureza</description>
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		<title>Periquito</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[periquito]]></category>

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		<description><![CDATA[O periquito &#233; um animal proveniente da Austr&#225;lia que foi introduzido pela primeira vez no continente europeu em 1840 pela m&#227;o do naturalista Gould que levou v&#225;rios exemplares verdes consigo para Inglaterra. Devido ao seu comportamento em cativeiro, os periquitos ganharam uma enorme popularidade junto dos criadores de aves por toda a Europa. Algumas d&#233;cadas mais tarde, come&#231;aram a ser feitas as primeiras muta&#231;&#245;es de cor, tendo-se come&#231;ado pelo amarelo. Mais tarde surgiram os exemplares azuis que, no in&#237;cio do s&#233;culo XX, ganharam grande fama entre os amantes de p&#225;ssaros. Com o passar dos anos, as muta&#231;&#245;es de cores n&#227;o pararam e, nos nossos dias, n&#227;o se sabe muito bem quantas cores haver&#225;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O periquito &eacute; um animal proveniente da Austr&aacute;lia que foi introduzido pela primeira vez no continente europeu em 1840 pela m&atilde;o do naturalista Gould que levou v&aacute;rios exemplares verdes consigo para Inglaterra. Devido ao seu comportamento em cativeiro, os periquitos ganharam uma enorme popularidade junto dos criadores de aves por toda a Europa. Algumas d&eacute;cadas mais tarde, come&ccedil;aram a ser feitas as primeiras muta&ccedil;&otilde;es de cor, tendo-se come&ccedil;ado pelo amarelo. Mais tarde surgiram os exemplares azuis que, no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, ganharam grande fama entre os amantes de p&aacute;ssaros. Com o passar dos anos, as muta&ccedil;&otilde;es de cores n&atilde;o pararam e, nos nossos dias, n&atilde;o se sabe muito bem quantas cores haver&aacute;.</p>
<h2><b><b>Alojamento e Alimenta&ccedil;&atilde;o</b></b></h2>
<p>Quando algu&eacute;m decide comprar um periquito, o melhor &eacute; recorrer a criadores especializados nesta &aacute;rea ou ent&atilde;o dirigir-se a lojas de animais de estima&ccedil;&atilde;o. Mas, antes disso, &eacute; importante que se providencie um espa&ccedil;o e um alojamento para ele, o que n&atilde;o ser&aacute; muito dif&iacute;cil pois os periquitos s&atilde;o aves de f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o ao meio em que s&atilde;o inseridos. No que diz respeito ao alojamento, pode-se optar por uma gaiola, dispon&iacute;vel em qualquer loja de animais de estima&ccedil;&atilde;o. &Eacute; no entanto importante que voc&ecirc; se certifique se a gaiola est&aacute; realmente preparada para receber periquitos.</p>
<p>Assim como no que diz respeito &agrave; gaiola, tamb&eacute;m n&atilde;o ser&aacute; dif&iacute;cil encontr&aacute;-la. Existem no mercado diversas solu&ccedil;&otilde;es de mistura de milho-alvo, alpista, aveia descascada e papa fortificante. &Eacute; tamb&eacute;m importante providenciar-lhes vitaminas e c&aacute;lcio em pequenas pedras. Al&eacute;m disso, ocasionalmente podem dar-se alimentos verdes como cenoura e olho de couve certificando-se sempre que est&atilde;o devidamente lavados em &aacute;gua fresca. &Eacute; tamb&eacute;m muito importante que a &aacute;gua do bebedouro seja renovada diariamente com &aacute;gua fresca.</p>
<h2><b>Cria&ccedil;&atilde;o &agrave; M&atilde;o</b></h2>
<p>Hoje em dia, &eacute; relativamente f&aacute;cil criar-se periquitos &agrave; m&atilde;o, sendo no entanto necess&aacute;rias tr&ecirc;s coisas: uma papa especial para periquitos, uma seringa especial para a alimenta&ccedil;&atilde;o da cria e muita paci&ecirc;ncia.</p>
<p>Este tipo de cria&ccedil;&atilde;o s&oacute; deve ser feito quando a cria j&aacute; est&aacute; parcialmente formada, possuindo as suas primeiras penas e tendo j&aacute; um tamanho consider&aacute;vel. A&iacute;, as crias devem ser colocadas num local com temperatura nunca inferior a 25&ordm; C.&nbsp; O ninho pode ser feito num cesto ou balde, devendo a cria ser mantida e criada a&iacute;. A cria&ccedil;&atilde;o desta esp&eacute;cie &eacute; aconselhada apenas durante a &eacute;poca do Ver&atilde;o, uma vez que as temperaturas altas s&atilde;o favor&aacute;veis para a cria. No entanto, quando algu&eacute;m opta pelo Inverno para fazer cria&ccedil;&atilde;o, deve tapar a cria com algod&atilde;o, permitindo-lhe assim manter a temperatura do corpo. Quando a cria atinge a idade para come&ccedil;ar a voar &eacute; importante que deixe a cria pousar na sua m&atilde;o. Isso acontecer&aacute; principalmente enquanto se continua a dar a comida atrav&eacute;s de uma seringa, prevenindo assim futuras bicadas. Existem alguns truques que podem ser ensinado ao periquito, tais como entrar e sair da gaiola, ou at&eacute; ensin&aacute;-lo a dizer algumas palavras. Este processo &eacute; mais rapidamente aprendido pelos machos que t&ecirc;m maiores probabilidades de serem eles a come&ccedil;ar a imitar umas palavras. No entanto, a apet&ecirc;ncia para a fala parece depender mais do indiv&iacute;duo em si do que do sexo das aves. Apesar de o treino poder come&ccedil;ar a partir de qualquer idade, quanto mais cedo se come&ccedil;ar mais facilmente obter&aacute; resultados.</p>
<h2><b>Distin&ccedil;&atilde;o dos Sexos</b></h2>
<p>&Eacute; relativamente simples fazer a distin&ccedil;&atilde;o do sexo nos periquitos pois, ao passo que os machos t&ecirc;m a car&uacute;ncula nasal (a zona acima das narinas) azulada, as f&ecirc;meas apresentam essa zona em tons acastanhados, rosados ou mesmo acizentados. No entanto, essa caracter&iacute;stica s&oacute; se come&ccedil;a a desenvolver a partir dos seis meses de idade, sendo essa a &uacute;nica forma segura de visualmente se poder distinguir o sexo destas aves. Quando falamos de periquitos albinos, tanto o macho como a f&ecirc;mea s&atilde;o visualmente id&ecirc;nticos, pois ambos t&ecirc;m a car&uacute;ncula de cor rosada.</p>
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		<title>Avestruz</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:25:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[ave]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[avestruz]]></category>

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		<description><![CDATA[A avestruz &#233; a maior de todas as aves, chegando a atingir cerca de 2,5 metros de altura e possui uma cabe&#231;a pequena, com grandes olhos e longos c&#237;lios. O seu globo ocular &#233; bastante grande, tendo cerca de 5 cent&#237;metros de di&#226;metro. Os c&#237;lios servem para proteger esses olhos t&#227;o delicados do p&#243; das regi&#245;es &#225;ridas e das tempestades de areia do deserto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A avestruz &eacute; a maior de todas as aves, chegando a atingir cerca de 2,5 metros de altura e possui uma cabe&ccedil;a pequena, com grandes olhos e longos c&iacute;lios. O seu globo ocular &eacute; bastante grande, tendo cerca de 5 cent&iacute;metros de di&acirc;metro. Os c&iacute;lios servem para proteger esses olhos t&atilde;o delicados do p&oacute; das regi&otilde;es &aacute;ridas e das tempestades de areia do deserto.</p>
<p>O pesco&ccedil;o da avestruz &eacute; estreito, sem penas e tem cerca de 1 metro de comprimento. Visto que as suas asas s&atilde;o muito pequenas em rela&ccedil;&atilde;o ao seu corpo que &eacute; t&atilde;o pesado (em m&eacute;dia 109 quilos), a avestruz n&atilde;o consegue voar. No entanto, quando observamos as suas coxas musculosas e pernas fortes, o nosso respeito por tal ave aumenta consideravelmente. Estas &nbsp;habilitam a avestruz a correr a velocidades de cerca de 72 quil&oacute;metros por hora, ou seja, ainda mais r&aacute;pido do que um cavalo.</p>
<p>A plumagem da avestruz &eacute; a sua principal atra&ccedil;&atilde;o. Essas penas majestosas das asas e da cauda medem at&eacute; 76 cent&iacute;metros de comprimento e 38 cent&iacute;metros de largura. S&atilde;o apreciadas j&aacute; desde o tempo dos eg&iacute;pcios antigos, sendo mais tarde usadas pelos cavaleiros medievais e pela realeza europeia, e durante s&eacute;culos eram usadas para adornar os chefes e guerreiros africanos. Mesmo hoje em dia, as mulheres, de Hong Kong ao Rio de Janeiro, bem como as dan&ccedil;arinas no palco, prezam altamente tal plumagem elegante.</p>
<p>Quando o instinto da avestruz promove o acasalamento, o macho d&aacute; aten&ccedil;&atilde;o imediata &agrave; constru&ccedil;&atilde;o do &ldquo;ninho&rdquo;, se &eacute; que se pode cham&aacute;-lo assim. Trata-se de algo rudimentar. O macho escolhe um local, dotado de boa vis&atilde;o ao redor, e freneticamente escava a terra com os seus poderosos p&eacute;s. Da&iacute;, com o peito, cava uma depress&atilde;o rasa, e a&iacute; temos um ninho!</p>
<p><b>Nada de boas maneiras</b></p>
<p>As avestruzes t&ecirc;m modos muit&iacute;ssimo desleixados, especialmente quando se encontram no seu habitat natural. Os machos lutam entre si diante da m&iacute;nima provoca&ccedil;&atilde;o, principalmente durante a &eacute;poca do cio. As suas fortes patadas s&atilde;o tremendas! Se for irritado por um homem e tiver oportunidade, com apenas um dedo, a avestruz poder&aacute; rasgar o peito e o est&ocirc;mago dum indiv&iacute;duo com apenas um s&oacute; golpe.</p>
<p>Quando come&ccedil;a a postura, o macho e a sua f&ecirc;mea (ou f&ecirc;meas, pois na maioria dos casos o macho &eacute; pol&iacute;gamo, especialmente no estado selvagem) revezam-se em sentar-se sobre os ovos. As f&ecirc;meas, por possu&iacute;rem uma plumagem mais embotada, que se mistura bem com os terrenos ao redor, assume o &ldquo;turno do dia&rdquo;. Por outro lado, os machos, com a sua plumagem negra, trabalham no &ldquo;turno da noite&rdquo;. Esta excelente camuflagem permite que se alternem em diferentes turnos.</p>
<p>Caso surjam inimigos, as aves adultas t&ecirc;m uma habilidade inata de fingir-se de mortas ou de feridas afastando assim o inimigo do ninho. Uma avestruz fingir&aacute; ter uma perna ferida e muitas vezes sai trope&ccedil;ando de forma pat&eacute;tica. Noutras ocasi&otilde;es, a avestruz simula que est&aacute; a jazer t&atilde;o quietamente num estado similar &agrave; morte que o inimigo &eacute; enganado. Caso um predador se aproxime quando a ave est&aacute; no ninho, ela deita a sua cabe&ccedil;a no ch&atilde;o, de modo que seu corpo redondo se pare&ccedil;a com um formigueiro.</p>
<p><b>Aproveitamento das Peles</b> <b>e</b> <b>Carne</b></p>
<p>A pele de avestruz constitui-se um couro resistente e macio que goza de grande procura por parte de fabricantes de sapatos, carteiras, luvas, e de outros itens. A sua cor &eacute; castanho claro e &eacute; facilmente reconhecida pelos seus n&oacute;dulos igualmente espacejados.</p>
<p>A carne crua ou seca, obtida de avestruzes, &eacute; de boa qualidade e &eacute; considerada uma iguaria por muitos sul-africanos e n&atilde;o s&oacute;. Hoje j&aacute; conseguimos encontrar carne de avestruz &agrave; venda em alguns locais, mesmo em Portugal. Antigamente, o abate era feito por se quebrar-lhe o pesco&ccedil;o, mas a carne resultante era de m&aacute; qualidade. Por isso, recentemente, os matadouros t&ecirc;m sangrado as aves, resultando numa marcante melhora da qualidade e durabilidade da carne.</p>
<p>Se quis&eacute;ssemos descrever a avestruz, o que dir&iacute;amos? Tola? Incapaz de voar? Fascinante? Todas essas express&otilde;es s&atilde;o aplic&aacute;veis a este &ldquo;gigante&rdquo; incomum do mundo av&iacute;cola. Com uma apar&ecirc;ncia esquisita e estranha em alguns dos seus modos, a avestruz certamente exalta a sabedoria e variedade evidentes nas maravilhas da natureza.</p>
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		<title>As asas dos aviadores da natureza</title>
		<link>http://www.maisnatureza.com/animais/aves/as-asas-dos-aviadores-da-natureza/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 12:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[asas]]></category>
		<category><![CDATA[pássaros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando questionado sobre quem é mais eficiente no ar, o que responderia? Aviões ou animais tais como morcegos, insectos e pássaros?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando questionado sobre quem é mais eficiente no ar, o que responderia? Aviões ou animais tais como morcegos, insectos e pássaros?</p>
<p>Por incrível que pareça, os aviões não chegam nem aos pés destas pequenas maravilhas da natureza. Alguns dos animais que têm a capacidade de voar, conseguem habilmente manter-se no ar mesmo com ventos fortes, chuva e neve. Qual é o seu segredo? É simples! Eles conseguem bater as asas, algo que o homem inveja desde as primeiras vezes que tentou voar.</p>
<p>Durante o voo de alguns insectos, pássaros e mamíferos, as suas asas muitas vezes mudam de formato para se adaptar ao ambiente. Isso torna possível que consigam pairar no ar e realizar algumas manobras bruscas. Falando sobre os morcegos, a revista Science News relatou o seguinte: “Quando voam a uma velocidade baixa, de cerca de um metro e meio por segundo, os morcegos viram as pontas das asas para baixo e rapidamente as accionam para trás num movimento ascendente. Os cientistas acreditam que essa técnica possibilita a força de sustentação e propulsão.”</p>
<p>Assim, podemos concluir que ainda temos muito para aprender sobre os aviadores da natureza. Por muito que tentem, os homens ainda não conseguem compreender totalmente todos os aspectos da Física envolvidos no voo dos animais.</p>
<p>Não conseguimos saber o que eles fazem com o ar para conseguir uma força de sustentação assim tão eficiente. Simplesmente, podemos observar o que estes aviadores, pássaros, insectos e mamíferos, fazem, mas não conseguimos compreender como isso interage com o ar.</p>
<p>Portanto, resta-nos perguntar: Se é necessário um bom engenheiro, ou mais, para projectar um simples avião, quem terá projectado estas maravilhas da natureza?</p>
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		<title>O Bico do Tucano</title>
		<link>http://www.maisnatureza.com/animais/aves/o-bico-do-tucano/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 23:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>

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		<description><![CDATA[Visto que o tucano, encontrado na América Central e do Sul, é um animal que não voa muito bem, ele se locomove principalmente dando pulinhos. Algumas espécies de tucano emitem um som muito semelhante ao coaxar de um sapo, mas mais alto. Na selva, este “coaxar” pode ser ouvido até 1 Km de distância. Mas, aquilo que faz do tucano um animal sem igual é o seu bico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Visto que o tucano, encontrado na América Central e do Sul, é um animal que não voa muito bem, ele se locomove principalmente dando pulinhos. Algumas espécies de tucano emitem um som muito semelhante ao coaxar de um sapo, mas mais alto. Na selva, este “coaxar” pode ser ouvido até 1 Km de distância. Mas, aquilo que faz do tucano um animal sem igual é o seu bico.</p>
<p><strong>O bico do tucano</strong></p>
<p>O bico de alguns tucanos mede mais de um terço do seu corpo. Apesar de parecer pesado, o bico do tucano é, na verdade muito leve. A superfície do bico é feita de queratina, o mesmo material existente nas unhas e cabelo humanos. Como é óbvio, estamos falando de uma grande quantidade de camadas de placas hexagonais minúsculas sobrepostas, assim como acontece com as telhas de um telhado.</p>
<p>Podemos dizer que a consistência do bico do tucano é semelhante à de uma espuma rígida. Algumas partes são ocas e outras são compostas por membranas e fibras ósseas muitíssimo calcificadas que agem como vigas. Por isso, o bico do tucano é muito leve, apesar de ter uma força impressionante.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img title="O Bico do Tucano" src="http://www.maisnatureza.com/natureza/o-bico-do-tucano/o-bico-do-tucano%20%284%29.jpg" alt="O Bico do Tucano" width="320" height="240" /><p class="wp-caption-text">O Bico do Tucano</p></div>
<p>A constituição do bico do tucano permite que ele suporte grandes impactos. Os cientistas acreditam que muitos engenheiros da área automotiva e de aviação utilizam o bico do tucano como modelo para os seus projectos. Um tipo de chapas que imite a estrutura do bico do tucano poderá oferecer mais protecção aos motoristas em casos de colisão.</p>
<p>Analisando o bico do tucano, muitos dizem parecer ser impossível que este animal tenha vindo de um processo evolutivo. A estrutura do bico do tucano parece ter sido obra de um excelente engenheiro que a projectou.</p>
<p><strong>O Bico do Tucano</strong></p>
<p><strong>
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		<title>Mobelha pequena</title>
		<link>http://www.maisnatureza.com/animais/aves/mobelha-pequena/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 11:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[mobelha]]></category>
		<category><![CDATA[pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[A mobelha-pequena é uma ave da família Gaviidae, cujas aves aquáticas habitam maioritariamente lagos de água doce e rios e podem-se deslocar para zonas costeiras durante a época de reprodução, bem como no Inverno, altura em que aparecem em Portugal, mesmo assim, sendo raras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 350px"><img title="Mobelha pequena" src="http://www.maisnatureza.com/images/mobelha-pequena.jpg" alt="Mobelha pequena" width="340" height="226" /><p class="wp-caption-text">Mobelha pequena</p></div>
<p>A mobelha-pequena é uma ave da família Gaviidae, cujas aves aquáticas habitam maioritariamente lagos de água doce e rios e podem-se deslocar para zonas costeiras durante a época de reprodução, bem como no Inverno, altura em que aparecem em Portugal, mesmo assim, sendo raras. Habitam grande parte do hemisfério norte do planeta Terra, migrando para zonas costeiras de latitudes temperadas, como é o caso de Portugal, como já referido. Outro dado interessante é que, além de ser uma ave diurna migrante e de viajar individualmente ou em grupos soltos, muitas vezes acima da água, esta ave tende a migrar por zonas relativamente perto da costa, em vez de zonas mais longínquas desta.</p>
<p>Fisicamente, mede de 55 a 87 centímetros de comprimento, com uma altura de 91 a 110 centímetros. É a mais pequena da espécie, como também a que apresenta a plumagem mais clara. O seu bico fino, que é, frequentemente, inclinado para cima e a sua plumagem quase branca são características que os distinguem das outras mobelas. Na fase adulta, possuem a cabeça cinzenta e um pescoço largo, com a garganta avermelhada. Sendo o macho um pouco maior que a fêmea e o seu peso variar entre 1 e 1,2Kg, a estação condiciona a cor do seu corpo, que é mais clara no Inverno e mais escura no Verão.</p>
<p>Esta espécie é monotípica, pelo facto de ainda não serem reconhecidas subespécies. É, também, uma ave monogâmica a longo termo, o que quer dizer que é fiel ao seu único companheiro durante muito tempo. Ao acasalar, decorre um complexo ritual, que é repetido várias vezes.</p>
<p>Em geral, uma mobelha assemelha-se a um pato comum. Alimentam-se de peixes, moluscos e crustáceos, que caçam debaixo de água em mergulho, chegando a mergulhar a uma profundidade de 7,5 metros, devido a serem excelentes a nadar, ao contrário do que acontece fora de água, onde se deslocam com grande dificuldade. Como adaptação a esta caça, as suas narinas são estreitas e alongadas.</p>
<p>A fêmea costuma pôr apenas 2 ovos, que são incubados pelos 2 progenitores durante 28 dias. Depois de eclodirem, inicia-se uma competição entre ambos os jovens pelo alimento, acabando por morrer um deles, sobrevivendo aquele que é o mais forte.</p>
<p>Conforme a situação, esta ave utiliza diferentes tipos de voz consoante a situação. Desde uma fuga, a uma perturbação provocada por humanos ou predadores terrestres, adequam a vocalização à circunstância em que se encontram.</p>
<p>Esta ave é utilizada para a alimentação humana desde os tempos da pré-história. Ainda nos dias de hoje, é caçada por povos indígenas em algumas partes do mundo. São, também, utilizados como matéria para fazer produtos de lazer, como bonés, colares e algumas peças de vestuário. Relativamente à extinção, esta espécie não é muito ameaçada, ao contrário de tantas outras, devido ao seu grande conjunto que é bastante significativo. Contudo, algumas das populações parecem estar a diminuir, segundo alguns estudos feitos em certos países. Derrames de petróleo, degradação do seu habitat e a pesca estão entre as principais causas de morte a que estas aves estão sujeitas. Um pouco parecendo contraditório, estas aves são protegidas por algumas comissões a nível Internacional.</p>
<h2>IMAGENS DE MOBELHAS PEQUENAS</h2>

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		<title>Pato-Real</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 18:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[pato]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>

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		<description><![CDATA[Anas platyrhynchos, mais conhecido como Pato-Real, é uma das espécies de patos mais abundantes e mais conhecida do planeta. 

<h2>Artigos relacionados:</h2><li><a href='http://www.maisnatureza.com/animais/aves/chapim-real/' rel='bookmark' title='Chapim real'>Chapim real</a> <small>O chapim-real (Parus major), é uma ave da família Paridae....</small></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 324px"><img title="Pato-Real" src="http://www.maisnatureza.com/images/pato-real.jpg" alt="Pato-Real" width="314" height="209" /><p class="wp-caption-text">Pato-Real</p></div>
<p><span class="ds-pathway">Anas platyrhynchos, mais conhecido como Pato-Real, é uma das espécies de patos mais abundantes e mais conhecida do planeta. Devido a este facto, podemos encontrar esta espécie facilmente em qualquer lugar do Mundo. Grande parte da população de Patos-Reais, encontra-se no Hemisfério Norte, Oceânia, Ásia América do sul e África. Acredita-se que o ancestral desta espécie tenha sido o pato doméstico, este fundamento é baseado nas características desta espécie.<br />
O Pato-Real mede entre 56 a 65cm de comprimento, e pesa entre 0.9 a 1.2kg. Não é difícil realizar distinção de sexos, isto porque cada sexo possui características distintas, e durante o período de acasalamento essas características são acentuadas. Os machos têm uma cabeça verde, um anel branco no pescoço, o dorso é acinzentado e o peito de um tom de castanho-escuro, estas cores tornam-se mais fortes a quando o período de acasalamento, para chamar a atenção de um parceiro. As fêmeas têm um corpo de tom castanho claro e geralmente são mais pequenas que os machos. No entanto em eclipse (isto é fora do período de acasalamento) os machos assemelham-se bastante com as fêmeas mas ainda é possível realizar a distinção devido ao bico amarelo.<br />
Outra forma de proceder à distinção dos sexos é através da “voz”. O macho possui uma vocalização mais nasal e a fêmea emite o típico som dos patos “quak-quak-quak” ou “quá-quá-quá”</span></p>
<p><span class="ds-pathway">O habitat dos Patos-Reais são normalmente habitats aquáticos como, lagoas, barragens, valas, rios, arrozais, parques urbanos entre outros. A dieta destes patos consiste essencialmente em alimentar-se de vegetações, plantas aquáticas, e pequenos invertebrados. Também já houve relatos de que se alimentam de pequenos anfíbios como os sapos. Apesar de terem uma dieta bastante definida, nada os impede de se alimentarem dos alimentos que os seres humanos lhes fornecem, como por exemplo pão.<br />
Em Portugal, o Pato-Real é uma ave não migratória, isto deve-se essencialmente ao clima e às condições que se mantêm estáveis ao longo do ano, não havendo assim necessidade de migrar para outras regiões à procura de melhores condições. O período de acasalamento desta espécie ocorre entre Março e Junho. O macho abandona a fêmea assim que a fêmea comece a produzir ovos.</span></p>
<p><span class="ds-pathway">A fêmea após o acasalamento é capaz de produzir entre oito a treze ovos e o período de incubação dura aproximadamente vinte e oito dias. As crias assim que nascem não precisam de ser alimentadas pela progenitora, eles alimentam-se de insectos intuitivamente, no entanto gostam de estar próximos da progenitora pois esta fornece-lhes protecção. Por mais incrível que pareça, os Patos-Reais têm uma elevada taxa de acasalamento macho-macho. Grande parte dos machos acasalam-se com outros machos, para ser mais preciso 19% da população de Patos-Reais é homossexual.</span></p>
<p><span class="ds-pathway"> Apesar dos Patos-Reais não serem uma das espécies em vias de extinção, os seus habitats têm vindo a ser destruídos quer pela poluição quer pelo aquecimento global, e isso deverá ser uma das nossas preocupações. A protecção desta espécie passa pela conservação dos seus habitats.</span></p>
<h2>IMAGENS DE PATOS-REAIS</h2>

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<h2>Artigos relacionados:</h2><li><a href='http://www.maisnatureza.com/animais/aves/chapim-real/' rel='bookmark' title='Chapim real'>Chapim real</a> <small>O chapim-real (Parus major), é uma ave da família Paridae....</small></li>
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		<title>Pelicano</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 01:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[pelicano]]></category>

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		<description><![CDATA[O pelicano é uma grande ave aquática que tem como principal característica um longo pescoço com uma bolsa que lhe permite pescar peixes de variadas dimensões e armazenar alimentos durante algum tempo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 235px"><img title="Pelicano" src="http://www.maisnatureza.com/images/pelicano.jpg" alt="Pelicano" width="225" height="217" /><p class="wp-caption-text">Pelicano</p></div>
<p>O pelicano é uma grande ave aquática que tem como principal característica um longo pescoço com uma bolsa que lhe permite pescar peixes de variadas dimensões e armazenar alimentos durante algum tempo. Essa bolsa tem normalmente três vezes mais capacidade que o seu próprio estômago.<br />
O bico do pelicano é muito longo e no caso do pelicano-australiano, pode atingir cerca de meio-metro de comprimento. Os seus dedos estão unidos por membranas à semelhança da maioria das aves aquáticas. Têm três dedos voltados para a frente e um virado para trás. Podem pesar cerca de 13Kg e o comprimento das suas asas abertas pode atingir os três metros de comprimento. Podemos encontrar pelicanos em todos os continentes à excepção da Antárctica.</p>
<p>O pelicano é uma ave que se alimenta geralmente de peixes, mas também come por vezes anfíbios, crustáceos e aves de pequeno porte. Esta ave pesca em grupo mas de forma distinta conforme a sua espécie. O pelicano-castanho, que habita no continente americano, observa do alto as suas presas e mergulha de cabeça em voo picado para as capturar conseguindo até observar um peixe enquanto voa a 27 metros de altura.</p>
<p>Dependendo da altura do mergulho, o pelicano-castanho pode submergir totalmente ou parcialmente na água quando faz estes ataques. Para suportar estes mergulhos os pelicanos têm por debaixo da pele, umas bolsas de ar que absorvem o impacto do mergulho e ajudam-nos a voltar à superfície.<br />
O pelicano-branco, que habita na Europa, África e na Ásia, observa os peixes enquanto nada e mergulha o bico na água para os capturar sem ingerir uma grande quantidade de água apanhada em conjunto com o peixe. Posteriormente escorrem a água pelos lados do bico agitando a cabeça para a frente antes de engolirem a presa.</p>
<p>Conforme a espécie, os pelicanos nidificam de diferentes formas. O pelicano-castanho constrói o seu ninho no solo e o pelicano-branco constrói-o nas árvores. Existe ainda uma espécie de pelicanos, o pelicano-peruano, que habita na América do Sul e nidifica nas rochas. Para construírem o ninho, os machos transportam o material necessário e as fêmeas formam a estrutura do ninho.</p>
<p>Em época de acasalamento, os pelicanos-castanhos lutam entre si em pleno voo, na água ou no solo enquanto perseguem uma única fêmea. Por outro lado o pelicano-branco, simplesmente se empoleira numa árvore e chama pela fêmea.</p>
<p>Os pelicanos iniciam o acasalamento imediatamente após encontrarem o seu par e vão continuando o ritual durante três a dez dias antes da postura dos ovos. Põem cerca de três ovos de cada vez, os quais demoram uns trinta dias a eclodir. A incubação dos ovos é feita de forma alternada pelo macho e pela fêmea. Ambos incubam os ovos colocando as patas por cima ou por debaixo destes. As crias do pelicano-castanho, são mantidas em grupos de até cem aves. Os progenitores conseguem reconhecer as crias e apenas alimentam as suas.</p>
<p>A alimentação das crias é feita por regurgitação feita pelos progenitores. Seis semanas após o nascimento, os pequenos pelicanos já começam a nadar e por vezes a procurar o seu próprio alimento.<br />
Com cerca de dez semanas de idade, os pelicanos começam a ganhar penas e vão deixando de ser alimentados pelos pais.</p>
<p>A maturidade sexual dos pelicanos é atingida ao fim de dois a cinco anos de vida e começam a voar por volta dos três meses de idade.</p>
<h2>IMAGENS DE PELICANOS</h2>

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		<title>Trepadeira Azul</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 18:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[azul]]></category>
		<category><![CDATA[trepadeira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Trepadeira Azul é uma ave muito social, com excepção do período de reprodução. É extremamente ágil e escala as árvores com toda a facilidade. Pode ser observada com frequência a descer pelo tronco da árvore de cabeça para baixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><img title="Trepadeira Azul" src="http://www.maisnatureza.com/images/trepadeira-azul.jpg" alt="Trepadeira Azul" width="500" height="362" /><p class="wp-caption-text">Trepadeira Azul</p></div>
<p><span class="ds-pathway">A <strong>Trepadeira-Azul</strong>, ou também conhecida por Sitta Europaea, é um pássaro que podemos encontrar por toda a Europa e Ásia, à excepção da Irlanda.<br />
Uma das particularidades destes pássaros é sem dúvida a maneira como eles descem o tronco de uma árvore com as suas poderosas patas, para conseguirem encontrar alimentos.<br />
A <strong>Trepadeira-Azul</strong> alimenta-se essencialmente de insectos, como as aranhas, larvas, e outros seres invertebrados. No entanto, as nozes, sementes e outros frutos são também alimentos que fazem parte da dieta desta ave.<br />
O período de vida de uma <strong>Trepadeira-Azul</strong> vive entre os 2 e 3,5 anos o tempo de vida dependendo de vários factores nomeadamente da raça e das condições ambientais que o rodeiam. Neste momento, a espécie Sitta Europaea, é uma das espécies que felizmente não se encontra em vias de extinção e isso deve-se à elevada taxa de natalidade e à grande capacidade de adaptação desta espécie.</span></p>
<p><span class="ds-pathway"><br />
Estes pássaros não costumam acompanhar as migrações anuais realizando apenas voos curtos entre as árvores de uma determinada região. Devido a este facto são classificadas como aves residentes, uma vez que não precisam de migrar para sobreviver pois têm à sua disposição recursos essenciais para a sua sobrevivência ao longo de todo o ano.<br />
As <strong>Trepadeiras-Azuis</strong> encontram-se geralmente nas florestas e nos jardins que possuem locais apropriados para a criação de ninhos como árvores velhas pois são locais perfeitos para a criação de um ninho. Os ninhos geralmente são buracos ou fendas, forrados com cascas ou ervas e normalmente a entrada encontra-se revestida com resina ou com insectos para proteger as suas crias de possíveis predadores.<br />
A <strong>Trepadeira-Azul</strong> pode produzir entre cinco a oito ovos, sendo que esses ovos possuem uma cor branca com pintas vermelhas. A fêmea choca os ovos durante um período entre treze a dezoito dias e caso  perturbada ou se sinta ameaçada </span><span class="ds-pathway">nesse período de incubação,</span><span class="ds-pathway"> ela emite um som sibilante.<br />
Normalmente, o tamanho da <strong>Trepadeira-azul</strong> não ultrapassa os 14cm e pesa entre os 15-25g. A <strong>Trepadeira-Azul</strong> possui uma cauda curta, um bico preto e as patas possuem garras longas e fortes, que apenas servem para trepar e descer árvores. Existem várias raças de <strong>Trepadeira-Azul</strong> sendo que cada uma possui características  diferentes começando pela cor mas não só. Na Ásia e no norte da Europa podemos encontrar <strong>Trepadeiras-Azuis</strong> cujo dorso possui um tom de azul acinzentado, com uma risca preta enquanto que as <strong>Trepadeiras-Azuis</strong> da Europa Ocidental possuem cores avermelhadas. As crias têm as mesmas cores que os progenitores, mas um bocado mais claras.<br />
A distinção entre os sexos é facilmente realizada através da comparação do tamanho do macho e da fêmea sendo que o macho possui um tamanho ligeiramente maior que a fêmea.<br />
Esta ave é bastante barulhenta, e geralmente repete várias vezes o mesmo chamamento. No entanto durante o período de acasalamento, estas aves produzem melodias simples e encantadoras</span></p>
<p><code><img src="http://www.maisnatureza.com/wp-content/plugins/flash-video-player/default_video_player.gif" /></code></p>
<h2>IMAGENS DE TREPADEIRAS AZUIS</h2>

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		<title>Cegonha preta</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 20:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[cegonha]]></category>
		<category><![CDATA[preta]]></category>

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		<description><![CDATA[A cegonha-preta (Ciconia nigra) é uma ave ciconiforme da família das cegonhas. Habita lagos, rios ou regiões alagadas rodeadas por densas florestas. A cegonha preta distribui-se, em Portugal, apenas pelas regiões mais interiores, inóspitas e isoladas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img title="Cegonha Preta" src="http://www.maisnatureza.com/images/cegonha-preta.jpg" alt="Cegonha Preta" width="400" height="266" /><p class="wp-caption-text">Cegonha Preta</p></div>
<p>A Cegonha-Preta, também denominada de Ciconia nigra, é uma ave que apesar de ser considerada uma ave rara encontra-se espalhada um pouco por todo o Mundo, mas devido às alterações climáticas os habitats desta espécie estão a começar a desaparecer.<br />
Esta cegonha mede aproximadamente 1m de altura, com 1.8 m de comprimento, de uma asa à outra, e pesa quase 3kg. A Cegonha-Preta é toda preta, à excepção do peito branco, o bico e as patas vermelho. A plumagem preta por vezes reflecte a luz solar, e quando a ave é vista de longe dá a sensação que possui uma plumagem mais clara.</p>
<p>Estas aves são bastante tímidas e assustam-se facilmente quando se aproximam delas. É devido a essa timidez que preferem habitar zonas isoladas afastadas de qualquer fonte de perturbação. A Cegonha-Preta gosta de realizar voos planares e durante o seu voo realiza batimentos lentos e sistemáticos.</p>
<p>O habitat destas aves é normalmente um local com condições especiais mas é essencialmente um local alagado, como os rios ou os lagos, roadeado por florestas. Em Portugal, estas aves encontram-se mais concentradas nas zonas interiores, em regiões isoladas e afastadas dos seres humanos. Os rios Douro, Guadiana e Tejo proporcionam condições especiais para esta espécie, isto porque são normalmente zonas cuja influência das pessoas é quase nula.</p>
<p>A Cegonha-Preta é uma ave migratória, à excepção das aves que se encontram na Península Ibérica. Muitas aves realizam as migrações anuais com o objectivo de encontrar novos recursos, isto porque grande parte das áreas onde podemos encontrar estas aves, não possui recursos necessários para a sobrevivência da Cegonha-Preta.<br />
O período de acasalamento das Cegonhas-Pretas ocorre em meados do mês de Março, logo após à migração. Durante este período estas aves realizam danças, voos e movimentos ondulantes com o pescoço com o intuito de arranjar um parceiro para se acasalar.</p>
<p>Geralmente, ocupam os ninhos dos anos posteriores, grande parte da estrutura dos ninhos são bastante resistentes e aguentam os agentes erosivos. O ninho construído pelos progenitores é de grandes dimensões e é revestido com folhas e ervas, normalmente são construídas no topo de uma árvore ou perto de uma falésia próxima da água. A fêmea é capaz de produzir entre três a cinco ovos. O período de incubação que dura entre trinta e oito a quarenta dias é realizado por ambos os progenitores. Assim que os ovos chocarem, os progenitores alimentam as crias durante os próximos meses. Em meados do segundo mês após a eclosão os progenitores abandonam as crias.</p>
<p>A Cegonha-Preta atinge a idade adulta aos três anos<br />
Estas aves alimentam-se essencialmente de peixes e graças à posição que se encontram na cadeia alimentar, a Cegonha-Preta são bastante úteis para a agricultura, pois também se alimentam de anfíbios e insectos, evitando assim aparecimento de pragas que possam a destruir uma determinada cultura.<br />
A conservação dos habitats é mais que essencial para esta espécie, uma vez que a Cegonha-Preta, não costuma adaptar-se bem a novos meios, e com o aquecimento global a conservação desses habitats torna-se numa tarefa ainda mais árdua.</p>
<h2>IMAGENS DE CEGONHAS PRETAS</h2>

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		<title>Andorinha das Chaminés</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 20:42:00 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><img title="Andorinha das Chaminés" src="http://www.maisnatureza.com/images/andorinha-das-chamines.jpg" alt="Andorinha das Chaminés" width="400" height="267" /><p class="wp-caption-text">Andorinha das Chaminés</p></div>
<p>A andorinha-das-chaminés, também conhecida como andorinha-de-bando (no Brasil) ou andorinha-de-pescoço-vermelho, (<em>Hirundo rustica</em>) é uma pequena ave migratória pertencente à família das andorinhas<em>Hirundinidae</em>). É a espécie de andorinha mais bem distribuída no mundo, podendo ser encontrada na Europa, na África, na Ásia, nas Américas e no norte da Oceania. Alimenta-se exclusivamente de insectos, que captura em pleno voo, pelo que migra para climas com abundância de insectos voadores. </p>
<p>Tem a parte superior da cabeça e do corpo azuladas, uma cauda comprida profundamente bifurcada e asas curvadas e pontiagudas. No norte da Europa é normalmente conhecida como <em>a andorinha</em>, apesar do termo se referir de forma mais abrangente a diversos membros da família <em>Hirundinidae</em>.</p>
<p>Pode ser encontrada tanto em campo aberto como em aldeias e vilas. Constrói ninhos fechados em forma de taça com lama e palha em celeiros, estábulos ou outros locais semelhantes,<sup> </sup>por vezes em colónias. A sua proximidade ao homem é de forma geral tolerada devido aos seus hábitos insectívoros; esta convivência foi reforçada no passado por superstições acerca da ave e do seu ninho. Existem numerosas referências literárias, culturais e religiosas à andorinha-das-chaminés, derivadas da sua presença junto do homem e da sua conspícua migração anual.<sup> </sup>A andorinha-das-chaminés é a ave nacional da Estónia.</p>
<p>Existem seis subespécies de andorinha-das-chaminés. Quatro destas são migratórias, nidificando no hemisfério norte e passando o inverno no hemisfério sul, chegando a ser avistadas tão ao sul como a Argentina, a África do Sul e o norte da Austrália.<sup> </sup>Apesar de poderem ocorrer flutuações locais nas populações devido a ameaças específicas, como a construção de um novo aeroporto internacional perto de Durban,<sup> </sup>possui uma grande área de distribuição geográfica e uma grande população global, pelo que não se considera que se encontre globalmente ameaçada.</p>
<h2>IMAGENS DE ANDORINHAS DAS CHAMINÉS</h2>

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