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	<title>MaisNatureza.com &#187; Espécies extintas</title>
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		<title>Cervo-de-Schomburgk</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Aug 2011 12:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espécies extintas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O cervo-de-schomburgk &#233; um mam&#237;fero j&#225; extinto da fam&#237;lia dos Cerv&#237;deos. Este animal existia na Tail&#226;ndia e inicialmente foi registado como antigamente Cervus schomburgki, sendo que s&#243; mais tarde recebeu a designa&#231;&#227;o cient&#237;fica de Rucervus schomburgki. J&#225; foi tamb&#233;m inclu&#237;do na esp&#233;cie Cervus duvaucelli, ou cervo-do-p&#226;ntano, mas mais tarde, j&#225; ap&#243;s a sua extin&#231;&#227;o, no ano de 1977, este animal voltou a figurar como uma esp&#233;cie distinta. A primeira vez que este animal foi identificado como uma esp&#233;cie distinta foi em 1863, sendo inteiramente descrito por Edward Blyth. O nome schomburgk foi-lhe atribu&#237;do em homenagem a Sir Robert Hermann Schomburgk que o c&#244;nsul brit&#226;nico em Bangkok, na Tail&#226;ndia, entre 1857 e 1864.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cervo-de-schomburgk &eacute; um mam&iacute;fero j&aacute; extinto da fam&iacute;lia dos Cerv&iacute;deos. Este animal existia na Tail&acirc;ndia e inicialmente foi registado como antigamente Cervus schomburgki, sendo que s&oacute; mais tarde recebeu a designa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica de Rucervus schomburgki. J&aacute; foi tamb&eacute;m inclu&iacute;do na esp&eacute;cie Cervus duvaucelli, ou cervo-do-p&acirc;ntano, mas mais tarde, j&aacute; ap&oacute;s a sua extin&ccedil;&atilde;o, no ano de 1977, este animal voltou a figurar como uma esp&eacute;cie distinta. A primeira vez que este animal foi identificado como uma esp&eacute;cie distinta foi em 1863, sendo inteiramente descrito por Edward Blyth. O nome schomburgk foi-lhe atribu&iacute;do em homenagem a Sir Robert Hermann Schomburgk que o c&ocirc;nsul brit&acirc;nico em Bangkok, na Tail&acirc;ndia, entre 1857 e 1864.</p>
<p>O cervo-de-schomburgk foi dado como extinto em 1932, provavelmente devido &agrave; ca&ccedil;a excessiva da popula&ccedil;&atilde;o de animais selvagens desta esp&eacute;cie. Nessa altura existia apenas um animal dessa esp&eacute;cie em cativeiro, mas tamb&eacute;m esse animal durou pouco tempo, tendo sido morto em 1938. Segundo a Lista Vermelha da IUCN de 2006, esta esp&eacute;cie &eacute; dada como completamente extinta. Mesmo assim, alguns cientistas admitem que esta esp&eacute;cie poder&aacute; ainda existir, apesar de n&atilde;o serem avistados desde 1932 em estado selvagem.</p>
<p>Em 1991, quando Laurent Chaz&eacute;e, um agr&oacute;nomo das Na&ccedil;&otilde;es Unidas, visitava uma loja de medicina chinesa no Laos, ele identificou umas hastes que a&iacute; se encontravam &agrave; venda como pertencendo a um cervo-de-schomburgk. Isso fez com aumentasse a esperan&ccedil;a dos cientistas de que esta esp&eacute;cie considerada como extinta, ainda exista nas florestas do Laos. No entanto, isso ainda n&atilde;o se conseguiu confirmar e, portanto, n&atilde;o passa de uma esperan&ccedil;a.</p>
<p><b>Caracter&iacute;sticas</b></p>
<p>O cervo-de-schomburgk tinha um comprimento pr&oacute;ximo dos 180 cent&iacute;metros e a sua cauda media aproximadamente 10 cent&iacute;metros. A altura nas esp&aacute;duas era um pouco superior a um metro e pesava entre os 100 e os 120 quilogramas. O seu p&ecirc;lo era, nas partes superiores, de cor castanha e, nas partes inferiores, de cor mais clara. Os seus p&eacute;s e hastes tinham uma cor avermelhada. As hastes mediam entre 32 a 82 cent&iacute;metros. A f&ecirc;mea do cervo-de-schomburgk n&atilde;o possu&iacute;a hastes.</p>
<p><b>H&aacute;bitos</b></p>
<p>Os cervos-de-schomburgk costumavam ser avistados em pequenos rebanhos, nos quais existia apenas um macho adulto e algumas f&ecirc;meas com os seus jovens. Normalmente alimentavam-se em plan&iacute;cies des&eacute;rticas, tanto pela manh&atilde; como durante a noite. Costumavam evitar as zonas de vegeta&ccedil;&atilde;o mais cerrada.</p>
<p><b>Hist&oacute;ria</b></p>
<p>Apesar de quando foram descritos, no s&eacute;culo XIX, apenas existirem cervos-de-schomburgk na Tail&acirc;ndia, acredita-se que estes animais j&aacute; tenham tamb&eacute;m existido no norte da China e no Laos. Na Tail&acirc;ndia, eles eram encontrados na regi&atilde;o entre Prakarn e Sukhothai, no leste do pa&iacute;s de Nakhon Nayok a Chachengsao e tamb&eacute;m ao longo do rio Chaos Phya na regi&atilde;o de Banguecoque. A oeste da Tail&acirc;ndia os cervos-de-schomburgk viviam de Suphan Buri a Kanchanaburi.</p>
<p>Os cervos desta esp&eacute;cie foram muito perseguidos por ca&ccedil;adores principalmente nas esta&ccedil;&otilde;es chuvosas, em grande parte por causa das suas hastes. Mas a ca&ccedil;a n&atilde;o foi o &uacute;nico motivo que levou &agrave; sua extin&ccedil;&atilde;o. Outro fator que levou a esse resultado foi a intensifica&ccedil;&atilde;o do cultivo do arroz para exporta&ccedil;&atilde;o na Tail&acirc;ndia no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. Na esta&ccedil;&atilde;o das chuvas, os cervos-de-schomburgk refugiavam-se em pequenas ilhas para escapar &agrave;s inunda&ccedil;&otilde;es dos rios, o que facilitava o trabalho dos ca&ccedil;adores. Al&eacute;m das hastes, que eram bastante procuradas para a medicina chinesa pois dizia-se que possu&iacute;am propriedades m&eacute;dicas e m&aacute;gicas, tamb&eacute;m as peles destes animais eram exportadas. No entanto, o objetivo principal n&atilde;o seria a vende de peles pois, ao que parece, apenas 200 peles destes animais foram vendidas, o que teria apenas um impacto diminuto na diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero destes animais.</p>
<p>Visto que o n&uacute;mero de cervos-de schomburgk come&ccedil;ava a escassear, tentou-se a sua cria&ccedil;&atilde;o em cativeiro, mas sem sucesso. Assim, por volta do ano 1920 o cervo-de-schomburgk j&aacute; se encontrava virtualmente extinto. Que se saiba, o &uacute;ltimo destes animais a desaparecer foi um macho adulto que era mantido como animal de estima&ccedil;&atilde;o num templo da Tail&acirc;ndia em Samut Sakhon. No entanto, esse animal acabaria por ser morto em 1938 por um morador local que se encontrava embriagado.</p>
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		<title>Ararinha-azul</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 11:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espécies extintas]]></category>
		<category><![CDATA[ararinha]]></category>
		<category><![CDATA[ararinha-azul]]></category>
		<category><![CDATA[azul]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A ararinha-azul &#233; uma ave brasileira que foi avistada, registada e descrita pela primeira vez durante o s&#233;culo 17 pelo colonizador holand&#234;s George Marc Grav. Pouco tempo depois, esta ave come&#231;ou a ser chamada pelo povo brasileiro de  ararinha-azul, um nome simples, mas bem apropriado pois a ave &#233; toda azul, com um pouquinho de cinza. Costuma medir cerca de 57 cent&#237;metros, 35 cent&#237;metros s&#243; de cauda, sendo esta a menor das araras-azuis brasileiras.</p>

<h2>Artigos relacionados:</h2><li><a href='http://www.maisnatureza.com/animais/aves/trepadeira-azul/' rel='bookmark' title='Trepadeira Azul'>Trepadeira Azul</a> <small>A Trepadeira Azul é uma ave muito social, com excepção...</small></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ararinha-azul &eacute; uma ave brasileira que foi avistada, registada e descrita pela primeira vez durante o s&eacute;culo 17 pelo colonizador holand&ecirc;s George Marc Grav. Pouco tempo depois, esta ave come&ccedil;ou a ser chamada pelo povo brasileiro de  ararinha-azul, um nome simples, mas bem apropriado pois a ave &eacute; toda azul, com um pouquinho de cinza. Costuma medir cerca de 57 cent&iacute;metros, 35 cent&iacute;metros s&oacute; de cauda, sendo esta a menor das araras-azuis brasileiras.</p>
<p>Mais tarde, em 1819, os cientistas deram um nome oficial &agrave; ave: <i>Cyanopsitta</i> <i>spixii.</i> <i>Cyano</i> significa &ldquo;azul&rdquo; e <i>psitta</i> significa &ldquo;papagaio&rdquo;. J&aacute; o termo <i>spixii</i> foi acrescentado em honra ao naturalista alem&atilde;o Johann Baptist Spix, que foi o primeiro a estudar essa esp&eacute;cie no seu habitat natural, as grandes &aacute;rvores ribeirinhas no Nordeste do Brasil.</p>
<p><b>Come&ccedil;a</b> <b>a</b> <b>contagem</b> <b>regressiva</b></p>
<p>Deve-se admitir que a popula&ccedil;&atilde;o de ararinhas-azuis nunca foi muito expressiva. Mesmo nos dias de Spix, o seu n&uacute;mero estimado era de apenas 180, mas, desde ent&atilde;o, houve um decl&iacute;nio constante. Os colonizadores destru&iacute;ram tantas matas onde as aves viviam que, em meados da d&eacute;cada de 70, restavam menos de 60 ararinhas-azuis. Por pior que fosse a situa&ccedil;&atilde;o, aquilo era s&oacute; o come&ccedil;o da contagem regressiva.</p>
<p>No entanto, aquilo que os colonizadores n&atilde;o fizeram em tr&ecirc;s s&eacute;culos, os traficantes de aves conseguiram fazer em apenas alguns anos: praticamente exterminaram a inteira popula&ccedil;&atilde;o de ararinhas-azuis. Em 1984, apenas 4 das 60 aves ainda sobreviviam na natureza, mas j&aacute; naquele tempo os avicultores estavam dispostos a pagar uma fabulosa quantia, digna de uma raridade em extin&ccedil;&atilde;o, de 50.000 d&oacute;lares por um exemplar. N&atilde;o &eacute; de admirar que, em maio de 1989, a revista <i>&ldquo;Reino Animal&rdquo;</i> anunciasse que um ano havia se passado desde que os pesquisadores tinham avistado as &uacute;ltimas aves que voavam em liberdade. Poucos meses depois, a mesma revista relatou que os ca&ccedil;adores de aves haviam capturado as aves remanescentes. A ararinha-azul, havia recebido assim o &ldquo;tiro de miseric&oacute;rdia&rdquo;.</p>
<p><b>Surpresa</b> <b>e</b> <b>esperan&ccedil;a</b></p>
<p>Contudo, pouco depois de os bi&oacute;logos terem considerado a ararinha-azul como ave virtualmente extinta algumas pessoas que vivem perto do seu habitat disseram ter avistado uma ararinha-azul. Seguiram-se outros relatos semelhantes. Assim, para descobrir se ainda haveria algum sobrevivente dessa esp&eacute;cie, em 1990, cinco pesquisadores apanharam o seu equipamento de <i>camping,</i> bin&oacute;culos e cadernos de anota&ccedil;&otilde;es e foram para o territ&oacute;rio da ararinha-azul.</p>
<p>Ap&oacute;s vasculharem aquela &aacute;rea por dois meses sem &ecirc;xito, os pesquisadores viram um bando de papagaios-maracan&atilde;s, mas observaram algo incomum. Um dos membros do bando era diferente: maior e azul. Era o &uacute;ltimo exemplar da ararinha-azul na natureza! Eles o observaram por uma semana e chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que a ararinha-azul, greg&aacute;ria por natureza, estava seguindo os maracan&atilde;s para espantar a solid&atilde;o e encontrar uma companheira. No entanto, apesar de que as f&ecirc;meas maracan&atilde;s n&atilde;o se importarem de adotar a insistente ararinha-azul como amigo, elas n&atilde;o queriam acasalar com ela.</p>
<p>Assim, rejeitado, o macho da ararinha-azul separava-se dos companheiros todos os dias ao entardecer e voava para o lugar onde ele e sua companheira, uma ararinha-azul, haviam ficado juntos por anos, ou seja, at&eacute; 1988, o ano em que os ca&ccedil;adores de aves apanharam a sua companheira vital&iacute;cia e a venderam ao cativeiro. Desde ent&atilde;o, ele passou a dormir l&aacute; sozinho: uma figurinha azul empoleirada num galho alto e desnudo. Agora, a n&atilde;o ser por um milagre, era s&oacute; uma quest&atilde;o de tempo at&eacute; que a &uacute;ltima ararinha-azul, com conhecimento para viver em liberdade, tivesse o mesmo destino que as restantes aves da sua esp&eacute;cie, a menos que se encontrasse uma companheira para ele. No entanto, em 1991, iniciou-se o Projeto Ararinha-Azul, com o objetivo de proteger esse macho, encontrar-lhe uma companheira e esperar que se reproduzissem.</p>
<p>Seguiram-se alguns acontecimentos que agouravam alguma esperan&ccedil;a. A Empresa Brasileira de Correios chamou a aten&ccedil;&atilde;o para o destino da ave que mais corre o risco de extin&ccedil;&atilde;o no mundo lan&ccedil;ando um selo em sua homenagem. Ao mesmo tempo, os bi&oacute;logos convocaram os 8.000 habitantes de Cura&ccedil;&aacute;, cidade pr&oacute;xima do habitat da ave, no norte da Bahia, para colaborar no projeto de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; ararinha-azul. Com a popula&ccedil;&atilde;o da cidade protegendo a &ldquo;sua&rdquo; ave, que chamaram de Severino, os ca&ccedil;adores deixaram de aparecer por ali e a ave pode continuar a viver por mais algum tempo.</p>
<p>Havia no entanto outro obst&aacute;culo a preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie. Era necess&aacute;rio persuadir os criadores a abrir m&atilde;o de uma das cinco aves em cativeiro no Brasil, mas tamb&eacute;m isso foi conseguido. Um criador concordou, e, em agosto de 1994, uma ararinha-azul jovem, apanhada pelos criadores quando ainda era um filhotinho no ninho, foi levada de avi&atilde;o para Cura&ccedil;&aacute; para ser libertada e viver de novo no seu habitat.</p>
<p><b>Condicionamento</b> <b>f&iacute;sico</b> <b>e</b> <b>os</b> <b>primeiros</b> <b>contatos</b></p>
<p>Esta ararinha-azul foi colocada num grande viveiro dentro do habitat do macho e serviram-lhe uma dieta b&aacute;sica a fim de readapt&aacute;-la. Para que conseguisse sobreviver em liberdade na natureza, os que cuidavam dela pararam de dar-lhe sementes de girassol, o seu alimento costumeiro no cativeiro, e serviram-lhe sementes de pinho e frutos espinhosos que se d&atilde;o no mato. O seu est&ocirc;mago adaptou-se bem.</p>
<p>Depois disso, exerc&iacute;cios di&aacute;rios tornaram-se outra parte do programa de treinamento &mdash; e por uma boa raz&atilde;o. Esperar que uma ave criada em cativeiro possa acompanhar, da noite para o dia, um companheiro que gosta de voar uns 50 quil&ocirc;metros por dia &eacute; como pedir a algu&eacute;m que s&oacute; fica sentado no sof&aacute;, na frente da televis&atilde;o, que corra uma maratona. Assim, a fim de fortalecer os seus m&uacute;sculos, os bi&oacute;logos que cuidavam da ave no cativeiro incentivavam-na a voar no viveiro tanto quanto poss&iacute;vel.</p>
<p>N&atilde;o demorou muito para que Severino descobrisse o viveiro. Depois de avistar a f&ecirc;mea, ele gritou, chamou-a, e ficou a 30 metros do viveiro. Quando ela viu o macho, respondeu numa agita&ccedil;&atilde;o que encheu de esperan&ccedil;a os bi&oacute;logos que trabalhavam no projeto.</p>
<p>At&eacute; que, finalmente o grande dia: a porta do viveiro foi aberta. Depois de hesitar por uma meia hora, a f&ecirc;mea saiu voando e foi parar numa &aacute;rvore a uns 300 metros do viveiro. Mas onde estava Severino? A uns 30 quil&ocirc;metros de dist&acirc;ncia, de novo atr&aacute;s das maracan&atilde;s. Depois de ficar por ali esperando por meses, quando chegou a &eacute;poca de acasalamento a f&ecirc;mea ainda estava em cativeiro. Por isso, ele voltou para junto das maracan&atilde;s numa nova tentativa de conseguir uma parceira. Desta vez, a persist&ecirc;ncia de Severino deu resultado: uma maracan&atilde; cedeu e resolveu aceit&aacute;-lo como companheiro.</p>
<p>Mesmo assim, os bi&oacute;logos esperavam que, quando terminasse a &aacute; epoca de acasalamento, Severino terminasse esse namoro, voltasse para o seu pr&oacute;prio habitat, encontrasse a ararinha-azul libertada e ficasse com ela. Ap&oacute;s isso, esperava-se que ele assumisse um papel duplo: de professor e pai. Visto que ele era a &uacute;nica ararinha-azul no mundo que sabia sobreviver na natureza, ele teria de ensinar a sua companheira a encontrar alimento e abrigo e a sobreviver numa das regi&otilde;es mais &aacute;ridas do Brasil. No entanto, isso nunca chegou a acontecer. Visto que as ararinhas-azuis s&atilde;o animais monog&acirc;micos, Severino nunca mais abandonou a sua nova companheira.</p>
<p>Severino foi avistado pela &uacute;ltima vez em Outubro de 2010. Pensa-se que ter&aacute; sido apanhado por algum gavi&atilde;o ou outro dos seus predadores. Por isso, a ararinha-azul &eacute; hoje uma esp&eacute;cie considerada extinta no seu habitat natural, existindo cerca de 50 a 60 animais espalhados pelo mundo, em cativeiro.</p>
<p>O projeto de reintrodu&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie no seu habitat natural ficou assim fazendo pouco sentido, visto que os animais que se encontram em cativeiro n&atilde;o saberiam como sobreviver na floresta, n&atilde;o existindo ningu&eacute;m que as pudesse ensinar. Ainda asssim, o Projeto Arara-Azul continua a existir e ainda se nutre a esperan&ccedil;a que ainda exista algum animal desta esp&eacute;cie em liberdade na natureza.</p>


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		<title>Dinotério</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 20:47:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O dinotério (Deinotherium bozasi) foi um mamífero herbívoro, parente dos elefantes atuais. Foram contemporâneos do australopiteco. Mediam entre 3,5 e 4 m de altura de cernelha e tinham grandes presas curvadas para baixo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img title="Dinotério" src="http://www.maisnatureza.com/images/dinoterio.jpg" alt="Dinotério" width="400" height="249" /><p class="wp-caption-text">Dinotério</p></div>
<p>O dinotério (<em>Deinotherium bozasi</em>) foi um <span class="mw-redirect">mamífero</span> herbívoro, parente dos elefantes atuais. Foram contemporâneos do <span class="mw-redirect">australopiteco</span>. Mediam entre 3,5 e 4 m de altura de cernelha e tinham grandes presas curvadas para baixo. Supõe-se que eram usadas para arrancar casca dos troncos de árvores, que junta a folhas, constituíam sua dieta. O seu nome quer dizer fera terrível (<em>dheinos</em>, terrível e <em>therium</em>, fera). Viveu nos períodos mioceno, plioceno e pleistoceno. Os cientistas estimam que ele atingisse uma massa corporal por volta de 14 toneladas o que o coloca como o segundo maior <span class="mw-redirect">mamífero</span> terrestre de todos os tempos perdendo só para o <em>indricotherium</em> que pesava em torno das 15 toneladas.</p>
<h2>IMAGENS DE DINOTÉRIOS</h2>

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