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		<title>Gato Cornish Rex</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 22:19:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Cornish Rex &#233; um gato muito original, diferente de todas as outras ra&#231;a, possuindo uma pelagem muito engra&#231;ada. Esta ra&#231;a surgiu em 1950, em Inglaterra, numa quinta na Cornualha, sendo que, da ninhada da qual ele fazia parte, era o &#250;nico com este aspeto diferente. Por isso, os seus criadores viram nisso uma oportunidade de tentar criar uma nova ra&#231;a, decidindo posteriormente coloca-lo junto da sua m&#227;e para que pudessem acasalar. Esta &#233; na verdade uma t&#233;cnica muito comum usada pelos geneticistas para desenvolverem novas ra&#231;as. Desse ajuntamento resultou uma ninhada de gatos que deu origem &#224; ra&#231;a genu&#237;na.

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<li><a href='http://www.maisnatureza.com/animais/felinos/gato-persa/' rel='bookmark' title='Gato Persa'>Gato Persa</a> <small>O gato persa é inicialmente originário da Pérsia, espaço geográfico...</small></li>
<li><a href='http://www.maisnatureza.com/animais/felinos/gato-de-bengala/' rel='bookmark' title='Gato-de-bengala'>Gato-de-bengala</a> <small>H&aacute; j&aacute; v&aacute;rios s&eacute;culos que os cientistas e criadores ao...</small></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O Cornish Rex &eacute; um gato muito original, diferente de todas as outras ra&ccedil;a, possuindo uma pelagem muito engra&ccedil;ada. Esta ra&ccedil;a surgiu em 1950, em Inglaterra, numa quinta na Cornualha, sendo que, da ninhada da qual ele fazia parte, era o &uacute;nico com este aspeto diferente. Por isso, os seus criadores viram nisso uma oportunidade de tentar criar uma nova ra&ccedil;a, decidindo posteriormente coloca-lo junto da sua m&atilde;e para que pudessem acasalar. Esta &eacute; na verdade uma t&eacute;cnica muito comum usada pelos geneticistas para desenvolverem novas ra&ccedil;as. Desse ajuntamento resultou uma ninhada de gatos que deu origem &agrave; ra&ccedil;a genu&iacute;na.</p>
<p>O nome Cornish deriva da sua cidade de origem, a Cornualha. J&aacute; o nome Rex foi escolhido por ser o nome de uma ra&ccedil;a de coelho francesa, o Rex, que assim como este gato, possui um magnifico p&ecirc;lo macio. &Eacute; interessante que foram os ingleses, normalmente mais conservadores no que diz respeito ao reconhecimento de ra&ccedil;as, os primeiros a reconhecer oficialmente o Cornish Rex, no ano de 1967. Isso deu-se, muito provavelmente devido a este gato ser de origem inglesa. Mais tarde, em 1979, estes gatos foram tamb&eacute;m reconhecidos oficialmente nos Estados Unidos da Am&eacute;rica e hoje s&atilde;o j&aacute; aceites em exposi&ccedil;&otilde;es de todo o mundo.</p>
<h2><b>Carater&iacute;sticas</b></h2>
<p>Mimado e muito divertido, o Cornish Rex adora viver com as pessoas, necessitando mesmo de manter constante contacto f&iacute;sico com o dono, sendo que, depende dos seus donos na sua totalidade. Este &eacute; um gato bastante soci&aacute;vel, que tolera muit&iacute;ssimo bem a presen&ccedil;a de outros animais em casa dos donos, sendo que, isso &eacute; mesmo recomendado pelos especialistas. Por ser um gato com muito brio, que gosta muito de brincar e bastante carinhoso, o Cornish Rex &eacute; o animal de estima&ccedil;&atilde;o ideal para crian&ccedil;as e pessoas idosas. No entanto, dependendo das situa&ccedil;&otilde;es, ele pode tornar-se um pouco agressivo. Esta &eacute; uma das ra&ccedil;as de gatos que mais aprecia e precisa de companhia constante.</p>
<p>Por ser um animal de temperamento af&aacute;vel, curioso e mimado diz-se que um Cornish Rex nunca deixa de ser um gatinho ao longo da sua vida.</p>
<p>O Cornish Rex &eacute; um gato de porte atl&eacute;tico e bem musculado, com um corpo comprido e esguio. A sua cabe&ccedil;a &eacute; oval e o seu nariz &eacute; direito. As orelhas s&atilde;o grandes e ligeiramente arredondadas na ponta, sendo os seus olhos de tamanho m&eacute;dio e formato oval, com cores bem definidas e brilhantes. As suas patas s&atilde;o bem compridas e esguias, sendo a sua cauda comprida, fina e extremamente flex&iacute;vel. O seu peso costuma variar entre os 2 e os 4 quilogramas.</p>
<p>Ao contr&aacute;rio da maioria das outras ra&ccedil;as de gatos, o Cornish Rex tem apenas uma camada de p&ecirc;lo que, nos gatos que possuem mais de uma camada, &eacute; chamada de camada inferior ou interior. &Eacute; por isso que o seu p&ecirc;lo &eacute; curto, fino e denso, sendo o seu toque suave e aveludado. Al&eacute;m disso, o p&ecirc;lo do Cornish Rex encontra-se disposto em ondas regulares e, de prefer&ecirc;ncia, paralelas. Admite-se para a sua pelagem os tons s&oacute;lidos ou esfumados, prateados, tigrados,e at&eacute; mesmo motivos siameses, bicolores e arlequins. Portanto, pode-se dizer que todas as variedades e padr&otilde;es de cores s&atilde;o reconhecidas, sendo aceite at&eacute; mesmo qualquer extens&atilde;o de branco.</p>
<p>Apenas a t&iacute;tulo de curiosidade, resta-nos referir que a temperatura corporal do Cornish Rex &eacute; superior em cerca de um grau &aacute; considerada normal nas restantes ra&ccedil;as de gatos, sendo que se situa 38-39 graus. &Eacute; por isso que o seu consumo de energia &eacute; maior, sendo tamb&eacute;m por isso que possui um apetite proporcionalmente superior. O Cornish Rex &eacute; tamb&eacute;m muito sens&iacute;vel a varia&ccedil;&otilde;es de temperatura.</p>
<p>A esperan&ccedil;a de vida do Cornish Rex varia entre os 9 a 15 anos.</p>


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		<title>Furão</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 13:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[fur]]></category>
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		<description><![CDATA[O Fur&#227;o, cujo nome cient&#237;fico &#233; Mustela putorius furo, &#233; um pequeno animal carn&#237;voro que come&#231;ou a ser domesticado pelos eg&#237;pcios ainda antes de estes domesticarem os gatos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Furão, cujo nome científico é Mustela putorius furo, é um pequeno animal carnívoro que começou a ser domesticado pelos egípcios ainda antes de estes domesticarem os gatos. Antigamente, este animal costumava ser utilizado para caçar pequenos esquilos, e coelhos. Visto que o Furão adopta facilmente o ritmo e os horários do dono, este animal é uma excelente companhia. Normalmente, quando os donos não estão em casa o Furão aproveita para dormir e quando estes chegam, ele logo desperta e se disponibiliza para brincar sem parar.</p>
<p>As suas pernas curtas, o seu corpo muito alongado e o focinho em forma de cunha com dentes afiados, tornam o Furão num dos mais eficazes pequenos mamíferos predadores. Ele é rápido, ágil e um excelente trepador e nadador.</p>
<h2><strong>Alojamento</strong></h2>
<p>Os furões dão-se muito bem em gaiolas, mesmo que sejam pequenas, desde que tenham diariamente a oportunidade de sair e brincar durante algumas horas por dia ou até mesmo, se possível, dar um passeio pelo parque. Você pode também optar por deixar o seu furão sozinho em casa. No entanto, para isso, você terá que verificar e neutralizar todos os potenciais riscos, tais como tomadas, objectos cortantes, gavetas abertas, objectos importantes, e quaisquer pequenos objectos que ele habitualmente gosta de esconder.</p>
<h2><strong>Alimentação</strong></h2>
<p>Existe à venda nas casas de animais de estimação, nos países onde estes animais são permitidos, uma ração própria para furões, sendo com esta que se deve alimentar este pequeno animal, podendo-se também acrescentar carne de vaca e de galinha. Como alternativa, você pode ainda recorrer à ração para gatos (sem peixe ou verduras). No entanto, visto que os furões são animais carnívoros, eles necessitam de bastante proteína e gordura na sua dieta. O Furão gosta muito de guloseimas e frutas secas, mas estas devem ser evitadas, pois o seu sistema digestivo pode não as conseguir processar. Por isso, não dê ao Furão quaisquer verduras, frutas, legumes, ou leite. Evite também dar peixe ao Furão pois no estado selvagem estes pequenos animais não comem peixe e por isso, quando incluídos na dieta, eles geralmente não gostam do sabor.</p>
<h2><strong>Higiene</strong></h2>
<p>O Furão é um animal com o qual se devem ter certos cuidados de higiene pois possui um cheiro característico que pode incomodar os narizes das pessoas mais sensíveis. Você poderá dar-lhe banho para manter a sua higiene mas não com o objetivo de eliminar o cheiro e nunca mais do que uma vez no mês. Também não é aconselhável usar perfumes para gatos pois o furão é um animal muito sensível e pode ganhar alergias. Além disso, mesmo que alguém utilize esses perfumes no Furão, apenas conseguirá disfarçar o cheiro durante algumas horas, pois passado algum tempo o cheiro que o furão larga irá tornar-se ainda mais forte. Enquanto trata do seu Furão, é importante que seja delicado pois o furão é um animal muito sensível.</p>
<h2><strong>Saúde</strong></h2>
<p>O plano de saúde dos Furões inclui a vacinação contra a raiva e a esgana, sendo que esta última é a mais importante e verdadeiramente indespensável! Ambas as doenças são potencialmente mortais. No entanto, em Portugal a raiva está considerada extinta e por isso essa vacina não é necessária. Quanto à vacina da esgana, visto que é dada em três doses, cabe ao veterinário decidir as datas da vacinação. Normalmente, a primeira vacina deverá ser às 8 semanas, sendo a segunda 3 semanas após a primeira e a última passadas outras 3 semanas. Após isso, deve ser feito um reforço anual desta vacina.</p>
<h2><strong>Lei</strong></h2>
<p>Em Portugal é ilegal ter um Furão, independentemente de ser para animal de estimação ou para outros efeitos. No entanto, na grande maioria dos países, o furão é um animal de estimação equiparado ao cão e ao gato. Por isso, têm sido muitos os movimentos que surgem para reivindicar a alteração da lei.</p>
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		<title>Hamster</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 10:56:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O hamster &#233; uma esp&#233;cie de ratinho cujo nome vem do alem&#227;o hamster que significa recolher ou guardar. De fato, o hamster costuma passar os seus dias a juntar gr&#227;os, peda&#231;os de fruta, ra&#237;zes, larvas e pequenos insectos. Guarda-os de forma cuidadosa nas suas bochechas, e depois deposita-os num local seguro. Inicialmente os hamsters eram muito procurados pelos cientistas, para serem utilizados em laborat&#243;rios, pela sua extrema capacidade em interagir com o Homem. Atualmente, estes animais passaram a se mais procurados como animais de estima&#231;&#227;o.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O hamster &eacute; uma esp&eacute;cie de ratinho cujo nome vem do alem&atilde;o hamster que significa recolher ou guardar. De fato, o hamster costuma passar os seus dias a juntar gr&atilde;os, peda&ccedil;os de fruta, ra&iacute;zes, larvas e pequenos insectos. Guarda-os de forma cuidadosa nas suas bochechas, e depois deposita-os num local seguro. Inicialmente os hamsters eram muito procurados pelos cientistas, para serem utilizados em laborat&oacute;rios, pela sua extrema capacidade em interagir com o Homem. Atualmente, estes animais passaram a se mais procurados como animais de estima&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2><b>Temperamento</b></h2>
<p>Os hamsters s&atilde;o animais crepusculares, ou seja, o seu grau de actividade &eacute; maior durante o nascer e o p&ocirc;r do sol.&nbsp;Apesar de serem animais muito independentes e pouco afetivos, os hamsters conseguem reconhecer o dono ao fim de pouco tempo de conviv&ecirc;ncia, principalmente se forem manuseados regularmente pela mesma pessoa. Alguns hamsters t&ecirc;m a fama de morder os donos, mas geralmente isso s&oacute; acontece quando estes se sentem assustados.</p>
<p>Assim, o dono deve tentar mostrar-se sempre calmo quando manusear um hamster e deve faz&ecirc;-lo frequentemente. No entanto, antes de poder pegar neste animal, o dono precisa ganhar a sua confian&ccedil;a. Isso pode ser feito por come&ccedil;ar dando-lhe comida &agrave; m&atilde;o. Depois de alguma habitua&ccedil;&atilde;o, o dono pode tentar fazer umas festinhas no dorso do animal, primeiro por entre as grades e depois come&ccedil;ando a abrir a porta. Quando o hamster come&ccedil;ar a sentir-se &agrave; vontade com a m&atilde;o do dono, ent&atilde;o este pode come&ccedil;ar a tir&aacute;-lo da gaiola e a manuse&aacute;-lo. No entanto, nunca se deve tentar manusear o hamster quando ele est&aacute; a dormir ou a comer.</p>
<h2><b>Alojamento</b></h2>
<p>Quando se encontra num ambiente dom&eacute;stico, deve-se proporcionar ao hamster um local protegido do frio e do calor excessivos e tamb&eacute;m das correntes de ar. A gaiola dever&aacute; ter espa&ccedil;o suficiente para dormir e alimentar-se e o fundo da gaiola deve ser forrado com pequenos e finos peda&ccedil;os de madeira (n&atilde;o resinosa). A gaiola deve ser colocada em ambientes sossegados, preferencialmente longe de outros animais de estima&ccedil;&atilde;o, como c&atilde;es e gatos. Apesar de existirem v&aacute;rios tipos de gaiolas para hamster, as mais comuns e mais adequadas s&atilde;o as de arame e as de tubos. As gaiolas de arame s&atilde;o menos dispendiosas do que as de tubos, e n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o divertidas para os animais. No entanto, permitem uma melhor ventila&ccedil;&atilde;o. Independentemente da gaiola pela qual se optar, esta deve ser equipada com rodas, argolas, tubos transparentes, escadas e pontes a fim de que o hamster se possa exercitar. De fato, o exerc&iacute;cio &eacute; fundamental para os hamsters, especialmente quando se trata de ra&ccedil;as com alguma tend&ecirc;ncia para engordar. &Eacute; importante que nunca se tenha muitos hamsters numa mesma gaiola pois, al&eacute;m de isso lhes provocar muito stress, estes animais envolvem-se muitas vezes em quez&iacute;lias e lutas. De modo a se evitar o cheiro desagrad&aacute;vel da urina, a gaiola deve ser lavada frequentemente.  <b></b></p>
<h2><b>Alimenta&ccedil;&atilde;o</b></h2>
<p>&Eacute; muito f&aacute;cil encontrar-se no mercado ra&ccedil;&otilde;es para hamsters, sendo estas preparadas para um correcto equil&iacute;brio cal&oacute;rico e vitam&iacute;nico. Apesar disso, &eacute; saud&aacute;vel para estes animais que se lhes d&ecirc; alguma fruta ou vegetais para comerem, desde que sejam introduzidos de forma gradual na sua dieta e que n&atilde;o se tornem num substituto da ra&ccedil;&atilde;o. Alguns dos alimentos que podem ser dados aos hamsters s&atilde;o a alfafa, a ma&ccedil;&atilde; (sem sementes), os coentros, a cenoura, o pepino, a couve, a batata cozida, os dentes-de-le&atilde;o, etc&hellip; No entanto, deve-se prestar especial aten&ccedil;&atilde;o a estes alimentos, pois os hamsters geralmente t&ecirc;m o h&aacute;bito de acumular provis&otilde;es de comida em cantos escondidos das gaiolas. Assim, os alimentos perec&iacute;veis devem ser logo comidos pelo hamster ou ent&atilde;o retirados da gaiola. Se lhes forem dadas verduras, estas n&atilde;o devem ser cultivadas com recurso a pesticidas ou herbicidas, pois estes produtos s&atilde;o t&oacute;xicos para os hamsters.</p>
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		<title>Paquicefalossauro</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 10:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Paquicefalossauro (Pachycephalosaurus wyomingensis), cujo nome significa &#8220;lagarto de cabe&#231;a grossa&#8221; foi um animal &#250;nico, com uma caracter&#237;stica peculiar: bate todos os recordes de espessura da ab&#243;bada craniana. Media aproximadamente quatro metros de comprimento e tr&#234;s metros e meio de altura, podendo chegar a pesar meia tonelada. Viveu no per&#237;odo do Cret&#225;cio, h&#225; entre 96 e 65 milh&#245;es de anos, e alimentava-se de folhas, frutas, sementes, e insetos. A maior amea&#231;a para este dinossauro eram os outros dinossauros carn&#237;voros.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Paquicefalossauro (Pachycephalosaurus wyomingensis), cujo nome significa &ldquo;lagarto de cabe&ccedil;a grossa&rdquo; foi um animal &uacute;nico, com uma caracter&iacute;stica peculiar: bate todos os recordes de espessura da ab&oacute;bada craniana. Media aproximadamente quatro metros de comprimento e tr&ecirc;s metros e meio de altura, podendo chegar a pesar meia tonelada. Viveu no per&iacute;odo do Cret&aacute;cio, h&aacute; entre 96 e 65 milh&otilde;es de anos, e alimentava-se de folhas, frutas, sementes, e insetos. A maior amea&ccedil;a para este dinossauro eram os outros dinossauros carn&iacute;voros.</p>
<h2><b>A Cabe&ccedil;a do Paquicefalossauro</b></h2>
<p>De todos os paquicefalossaur&iacute;deos, a classe dos dinossauros de cabe&ccedil;a grossa, o que tinha a caixa craniana mais grossa era precisamente aquele que d&aacute; o nome ao grupo, ou seja, o Paquicefalossauro. Todos os dinossauros deste grupo eram b&iacute;pedes e herb&iacute;voros, sendo o Paquicefalossauro omaior de todos.</p>
<p>A coura&ccedil;a craniana do Paquicefalossauro faz-nos lembrar os ar&iacute;etes que os soldados utilizavam na idade M&eacute;dia a fim de derrubar as muralhas dos castelos. No entanto, ao que parece, essa coura&ccedil;a n&atilde;o era usada para o Paquicefalossauro se proteger contra os ataques de grandes dinossauros carn&iacute;voros, mas sim para o reconhecimento dentro do pr&oacute;prio grupo e tamb&eacute;m para demonstrar a sua for&ccedil;a na manada e para atrair as f&ecirc;meas. Apesar de n&atilde;o haver certezas, o mais prov&aacute;vel &eacute; que o Paquicefalossauro mantivesse a coluna vertebral paralela ao ch&atilde;o durante o combate, usando a p&eacute;lvis como ponto de equil&iacute;brio. Muitos paleont&oacute;logos achavam que os Paquicefalossauros utilizavam o seu enorme cr&acirc;nio abobado para lutar de cabe&ccedil;a com seus cong&eacute;neres, assim como fazem os bodes e carneiros. No entanto, essa teoria foi descartada porque, visto que o topo da cabe&ccedil;a do animal era completamente redondo, havia a possibilidade de um dos cr&acirc;nios se deslocar quando os dois animais desse porte e nessa velocidade colidissem. Se assim fosse, o cr&acirc;nio do oponente atingiria a regi&atilde;o dos olhos ou focinho, que &eacute; muito fr&aacute;gil, o que levaria a um ferimento muito grave e que poderia ser fatal. Sendo assim, provavelmente estes animais usariam os seus cr&acirc;nios para acertar na barriga ou no peito do advers&aacute;rio, de modo a deix&aacute;-lo sem f&ocirc;lego, vencendo assim a luta.</p>
<h2><b>A Fam&iacute;lia</b></h2>
<p>Os Paquicefalossauros viviam em pequenas manadas nas quais se obedecia a uma clara hierarquia social, em que quem dominava eram machos capazes de amedrontar outros ou de derrot&aacute;-los em combates.</p>
<p>O primeiro f&oacute;ssil de um Paquicefalossauro foi descoberto no ano de 1858 por Ferdinand Vandiveer Haydennos, nos EUA. No entanto, foi apenas em 1872 que os restos foram descritos por Joseph Leidy, afirmando que esta era uma esp&eacute;cie de r&eacute;ptil ou que seria um animal semelhante a um tatu. Os seus ossos foram descritos como parte de uma armadura, ou carapa&ccedil;a, de um animal que denominou Tylosteus ornatus. Nessa altura, ningu&eacute;m imaginava que essa descri&ccedil;&atilde;o estava incorreta, at&eacute; que Donald Baird decidiu reexaminar melhor os f&oacute;sseis e finalmente reconheceu que eram ossos da parte de tr&aacute;s do cr&acirc;nio de um dinossauro herb&iacute;voro com a cabe&ccedil;a grossa.</p>
<p>O esqueleto do Paquicefalossauro era bem apropriado para os confrontos com a cabe&ccedil;a. Por exemplo, as v&eacute;rtebras dorsais, cuja parte inferior do dorso tinha uma p&eacute;lvis larga e t&atilde;o refor&ccedil;ada como a pr&oacute;pria coluna, de modo a poder suportar o impacto. A sua cauda era comprida e r&iacute;gida, servindo de contrapeso &agrave; parte da frente do corpo, como ali&aacute;s acontecia em todos os dinossauros b&iacute;pedes. No entanto, os Paquicefalossauros eram diferentes pois possuiam uma malha de tend&otilde;es &oacute;sseos entrela&ccedil;ados em volta da metade posterior da cauda, contribuindo assim para a sua rigidez.</p>
<p>A cabe&ccedil;a do Paquicefalossauro era em forma de c&uacute;pula e abrigava uma ab&oacute;bada craniana muito grossa com um c&eacute;rebro pequeno. O cr&acirc;nio, teria cerca de 25 cm de espessura e talvez fosse maior nos machos do que nas f&ecirc;meas, apresentando ferr&otilde;es &oacute;sseos muito caracter&iacute;sticos no focinho.</p>
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		<title>Gato Mau Egípcio</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:06:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[eg]]></category>
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		<category><![CDATA[gato mau egípcio]]></category>
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		<description><![CDATA[O Gato Mau Eg&#237;pcio &#233; um animal de porte m&#233;dio com uma musculatura bem desenvolvida e de apar&#234;ncia colorida. A sua cabe&#231;a &#233; arredondada, exibindo orelhas m&#233;dias ou largas, sempre  alerta e moderadamente pontiagudas. Os olhos do Gato Mau Eg&#237;pcio s&#227;o  grandes e amendoados, n&#227;o sendo nem redondos, nem orientais. Os seus  olhos s&#227;o verdes claros, sendo que, no caso dos jovens  adultos at&#233; um ano e meio, pode-se aceitar tamb&#233;m a tonalidade &#226;mbar.

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute; um animal de porte m&eacute;dio com uma musculatura bem desenvolvida e de apar&ecirc;ncia colorida. A sua cabe&ccedil;a &eacute; arredondada, exibindo orelhas m&eacute;dias ou largas, sempre  alerta e moderadamente pontiagudas. Os olhos do Gato Mau Eg&iacute;pcio s&atilde;o  grandes e amendoados, n&atilde;o sendo nem redondos, nem orientais. Os seus  olhos s&atilde;o verdes claros, sendo que, no caso dos jovens  adultos at&eacute; um ano e meio, pode-se aceitar tamb&eacute;m a tonalidade &acirc;mbar.</p>
<p>O  corpo do Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute; de comprimento m&eacute;dio, possuindo m&uacute;sculos  desenvolvidos mas mantendo, no entanto, a sua graciosidade  natural. A sua cauda &eacute; m&eacute;dia e afunila ligeiramente na ponta.</p>
<p>A  pelagem do Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute; das mais belas no mundo dos gatos,  exibindo muitas pintas por todo o corpo. At&eacute; mesmo a sua  pele &eacute; pintalgada. A pelagem &eacute; curta e exibe um brilho lustroso. Ao  passo que na variante smoke, os fios de p&ecirc;lo s&atilde;o sedosos e finos, na  variante silver (prateado) e bronze a pelagem &eacute; densa.</p>
<h2><b>Variantes</b></h2>
<p><b>Silver</b></p>
<p>O Gato Mau Eg&iacute;pcio apresenta caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas muito semelhantes  &agrave;s do Gato P&ecirc;lo-Curto Americano e &agrave;s dos gatos orientais. A sua cabe&ccedil;a &eacute;  cuneiforme e arredondada, sendo que o focinho n&atilde;o deve ser pontiagudo e  a testa e o nariz fazem um &acirc;ngulo.</p>
<p><b>Bronze</b></p>
<p>A pelagem base do Gato Mau Eg&iacute;pcio Bronze &eacute; formada por p&ecirc;los com duas bandas crom&aacute;ticas, sendo a ponta preta. As suas malhas  devem ser arredondadas e estar homogeneamente distribu&iacute;das pelo seu corpo.</p>
<p><b>Fumado Preto (Smoke)</b> Nesta variante, as ra&iacute;zes dos p&ecirc;los s&atilde;o esbranqui&ccedil;adas e as pontas s&atilde;o  pretas, o que acaba por provocar um contraste quando este se movimenta.  Os seus olhos s&atilde;o grandes, ovalados e obl&iacute;quos. A colora&ccedil;&atilde;o verde dos  olhos tem um desenvolvimento relativamente lento,  sendo que, numa fase mais adiantada da vida, tende a ficar mais escura.</p>
<h2><b>Temperamento</b></h2>
<p>O  Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute; um felino muito apegado &agrave; fam&iacute;lia. &Eacute; habitual este  gato receber os seus donos &agrave; porta, abanando a cauda  e miando bastante de contentamento. Por isso, &eacute; importante que os donos  dispensem bastante tempo ao seu gato. O Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute;  moderadamente ativo, n&atilde;o costumando gostar de estranhos, e n&atilde;o recebendo  bem a outros animais em casa. S&atilde;o gatos muito territoriais.</p>
<h2><b>Hist&oacute;ria</b></h2>
<p>Ao  longo dos tempos, t&ecirc;m sido encontrados murais do Antigo Egipto que  apresentam gatos com pintas id&ecirc;nticos &agrave;s do Gato Mau Eg&iacute;pcio.  Ali&aacute;s, ainda hoje &eacute; comum encontrar gatos desta ra&ccedil;a passeando pelas  ruas do Cairo, o local onde este se desenvolveu.</p>
<p>Apesar de o seu nome poder dar a entender que possui uma personalidade dif&iacute;cil, isso n&atilde;o &eacute; verdade. O termo &ldquo;Mau&rdquo; significa  &ldquo;Gato&rdquo; em eg&iacute;pcio, sendo da&iacute; que vem o seu nome.</p>
<p>Os  povos do Antigo Egipto costumavam adorar v&aacute;rios tipos de animais, sendo  que um desses era o gato. Existe at&eacute; mesmo uma teoria  que sustenta a ideia de que o Gato Mau Eg&iacute;pcio &eacute; o gato retratado nos  murais pois os gatos dessa ra&ccedil;a possuem uma marca distinta na testa, que  lembra o escaravelho sagrado, um s&iacute;mbolo que se v&ecirc; com frequ&ecirc;ncia na  testa dos gatos representados nesses murais.</p>
<p>Esta ra&ccedil;a come&ccedil;ou a ganhar for&ccedil;a na d&eacute;cada de cinquenta, quando a  princesa russa Nathalie Troubetskoy, que se encontrava exilada em  It&aacute;lia, se apaixonou pela pelagem &uacute;nica do Gato Mau Eg&iacute;pcio. Assim, a  princesa decidiu importar do Egipto uma f&ecirc;mea que viria  a cruzar com um gato italiano da mesma ra&ccedil;a. Assim, o Gato Mau Eg&iacute;pcio  s&oacute; foi dado a conhecer na Europa quando as crias resultantes desse  cruzamento participaram pela primeira vez numa exposi&ccedil;&atilde;o de gatos em  Roma. Alguns anos depois, a princesa Troubetskoy  emigrou para os Estados Unidos, sendo a&iacute; que o apuramento da ra&ccedil;a  atingiu o seu expoente m&aacute;ximo. No entanto, foi apenas quinze anos mais  tarde que esta ra&ccedil;a foi reconhecida oficialmente, com excep&ccedil;&atilde;o para a  Gr&atilde;-Bretanha onde ainda n&atilde;o adquiriu esse estatuto.</p>


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		<title>Gato-de-bengala</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 11:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bengala]]></category>
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		<description><![CDATA[H&#225; j&#225; v&#225;rios s&#233;culos que os  cientistas e criadores ao redor do mundo tentavam estabelecer o  cruzamento entre pequenos gatos dom&#233;sticos e gatos selvagens. O Gato de  Bengala &#233; o resultado do cruzamento dessas duas esp&#233;cies,  sendo que o gato selvagem que lhe deu origem era asi&#225;tico. O objetivo  da sua cria&#231;&#227;o foi o de conseguir criar um gato dom&#233;stico que possua as mesmas caracter&#237;sticas f&#237;sicas diferenciadas dos  pequenos gatos selvagens que vivem na floresta, mas mantendo o  temperamento d&#243;cil e confi&#225;vel dos gatos dom&#233;sticos. Assim, podemos dizer que o Gato de Bengala &#233; um gato h&#237;brido.

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>H&aacute; j&aacute; v&aacute;rios s&eacute;culos que os  cientistas e criadores ao redor do mundo tentavam estabelecer o  cruzamento entre pequenos gatos dom&eacute;sticos e gatos selvagens. O Gato de  Bengala &eacute; o resultado do cruzamento dessas duas esp&eacute;cies,  sendo que o gato selvagem que lhe deu origem era asi&aacute;tico. O objetivo  da sua cria&ccedil;&atilde;o foi o de conseguir criar um gato dom&eacute;stico que possua as mesmas caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas diferenciadas dos  pequenos gatos selvagens que vivem na floresta, mas mantendo o  temperamento d&oacute;cil e confi&aacute;vel dos gatos dom&eacute;sticos. Assim, podemos dizer que o Gato de Bengala &eacute; um gato h&iacute;brido.</p>
<h2><b>Carater&iacute;sticas</b></h2>
<p>O gato de Bengala possui a apar&ecirc;ncia de uma fera, sendo um felino de porte m&eacute;dio a grande. O  seu corpo &eacute; musculoso e insinuante, tendo os quadris um pouco mais  elevados do que os ombros. Al&eacute;m disso, a sua cabe&ccedil;a &eacute; cuneiforme e  possui contornos arredondados, sendo um pouco mais  comprida do que larga.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o Gato de  Bengala &eacute; inteligente, curioso e divertido, relacionando-se bem tanto  com adultos como com crian&ccedil;as, e mantendo tamb&eacute;m um contato bastante  soci&aacute;vel com animais de outras esp&eacute;cies. Uma das suas  principais caracter&iacute;sticas, que ajudam a distingui-lo de outros gatos, &eacute;  o fato de ser um &oacute;timo ca&ccedil;ador e tamb&eacute;m de apreciar atividades na &aacute;gua.</p>
<p>O  seu temperamento &eacute; d&oacute;cil, n&atilde;o sendo desafiador, nem intimidante. Apesar  de poder exibir temor ou impulso em fugir ou at&eacute; miar alto  em protesto, o Gato de Bengala nunca demonstra receio. Estes gatos s&atilde;o  confiantes, amistosos, curiosos e alertas, sendo &oacute;timos como companhia  dentro de casa.</p>
<h2><b>Hist&oacute;ria</b></h2>
<p>O  Gato de Bengala desenvolveu-se a partir de um programa americano que  data de 1963, em que a geneticista Jean Sugden cruzou um gato dom&eacute;stico  do sexo masculino com uma f&ecirc;mea de  gatopardo asi&aacute;tico, com o objetivo de tentar transferir as marcas do  gato selvagem para uma ra&ccedil;a dom&eacute;stica. Assim, o Gato de Bengal &eacute;, ainda  hoje, o &uacute;nico felino h&iacute;brido dom&eacute;stico.&nbsp; Entre a d&eacute;cada de 1960 e a d&eacute;cada de 1970  n&atilde;o surgiram esfor&ccedil;os no sentido de criar uma ra&ccedil;a de gato a partir  destes primeiros h&iacute;bridos. No entanto, surgiram clubes com a inten&ccedil;&atilde;o de  promover esta nova ra&ccedil;a. Estes clubes j&aacute; costumavam  chamar de &#8220;Bengali&#8221; aos gatos derivados do leopardo asi&aacute;tico. Esse  termo foi criado por William Engler, um dos membros do Clube do Ocelote  de Long Island. Muito provavelmente, o termo Bengali deve-se ao nome  cient&iacute;fico do leopardo asi&aacute;tico, ou seja, <i>Felis prionailurus bengalensis</i>.  Assim, ap&oacute;s quase 40 anos do surgimento dos primeiros Gatos de Bengala,  esta passou recentemente a ser uma ra&ccedil;a reconhecida pelas principais  organiza&ccedil;&otilde;es internacionais de criadores, como &eacute; o caso da CFA (Cat  Fanciers Association), a TICA (The Intenrational  Cat Association) e a FIFe (F&eacute;d&eacute;ration Internationale F&eacute;line). No  Brasil, os primeiros Gatos de Bengala apareceram isoladamente no ano de  1995, tendo come&ccedil;ado a ser feita cria&ccedil;&atilde;o de animais desta ra&ccedil;a a partir  de 1997. No entanto, a fase de maior entusiasmo pelo Gato de Bengala teve in&iacute;cio  em 1985, ano em que Jean Mill apareceu, em exposi&ccedil;&otilde;es da TICA, exibindo  os seus gatos desta ra&ccedil;a na categoria &#8220;New Breed and Color&#8221;. Logo, o  Gato de Bengala tornou-se no animal de estima&ccedil;&atilde;o  mais apreciado nos EUA, conseguindo mesmo ganhar em popularidade &agrave;s  ra&ccedil;as mais tradicionais. Assim, ao passo que esta ra&ccedil;a ia ganhando popularidade e &agrave; medida que o  n&uacute;mero de criadores ia aumentando, foi criada na TICA a &#8220;Sec&ccedil;&atilde;o Gato de  Bengala&#8221;, para que se passassem a definir as carater&iacute;sticas standard da  ra&ccedil;a. Assim, em maio de 1992 o Gato de Bengala  passou a ser reconhecido oficialmente pela TICA como uma ra&ccedil;a oficial,  sendo reconhecido tamb&eacute;m pela CFA cerca de cinco anos mais tarde.</p>


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		<title>Gato abissínio</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 17:19:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[abiss]]></category>
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		<description><![CDATA[O Gato Abiss&#237;nio &#233;, provavelmente, uma das mais antigas ra&#231;as felinas. Dizemos provavelmente porque, ainda hoje, a sua origem permanece um mist&#233;rio. Pensa-se que o Gato Abiss&#237;nio seja origin&#225;rio da Eti&#243;pia, a antiga Abiss&#237;nia, e &#233; mesmo da&#237; que vem o seu nome. No entanto, esse fato n&#227;o pode ser confirmado pois ainda n&#227;o foram descobertos quaisquer vest&#237;gios da exist&#234;ncia desses gatos na Eti&#243;pia, em tempos antigos. Por outro lado, devido &#224; sua parecen&#231;a com o Gato Sagrado do Antigo Egipto, ainda h&#225; muitas pessoas que sustentam a hip&#243;tese de a origem desta ra&#231;a ser o Egito. Ali&#225;s, persiste o mito que sustenta que este Gato teria nascido nas margens do Nilo. Por outro lado, h&#225; tamb&#233;m uma hist&#243;ria que diz que Rams&#233;s II teria pedido ao rei da Abiss&#237;nia como oferta, um grupo de gatos que levou consigo para o Egipto.

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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Gato Abiss&iacute;nio &eacute;, provavelmente, uma das mais antigas ra&ccedil;as felinas. Dizemos provavelmente porque, ainda hoje, a sua origem permanece um mist&eacute;rio. Pensa-se que o Gato Abiss&iacute;nio seja origin&aacute;rio da Eti&oacute;pia, a antiga Abiss&iacute;nia, e &eacute; mesmo da&iacute; que vem o seu nome. No entanto, esse fato n&atilde;o pode ser confirmado pois ainda n&atilde;o foram descobertos quaisquer vest&iacute;gios da exist&ecirc;ncia desses gatos na Eti&oacute;pia, em tempos antigos. Por outro lado, devido &agrave; sua parecen&ccedil;a com o Gato Sagrado do Antigo Egipto, ainda h&aacute; muitas pessoas que sustentam a hip&oacute;tese de a origem desta ra&ccedil;a ser o Egito. Ali&aacute;s, persiste o mito que sustenta que este Gato teria nascido nas margens do Nilo. Por outro lado, h&aacute; tamb&eacute;m uma hist&oacute;ria que diz que Rams&eacute;s II teria pedido ao rei da Abiss&iacute;nia como oferta, um grupo de gatos que levou consigo para o Egipto.</p>
<p>O primeiro Gato Abiss&iacute;nio de que h&aacute; relato na Europa, um gato com uma pelagem id&ecirc;ntica &agrave; de uma lebre, &eacute; o de um gato que foi levado da Eti&oacute;pia para a Gr&atilde;-Bretanha, em 1868, por Sir Robert Napier. Esse gato recebeu o nome Zula e foi exposto pela primeira vez em 1871 no Crystal Palace de Londres.</p>
<p>O primeiro standard desta ra&ccedil;a foi publicado em 1889 por H. Weir. O desenvolvimento desta ra&ccedil;a in&iacute;ciou-se nos Estados Unidos ainda antes de 1910, tendo sido reconhecia mais tarde, em 1917 pela C.F.A. No ano de 1926, foi criado o Abyssian Cat Club.</p>
<p>Durante a d&eacute;cada de 30, alguns criadores europeus fizeram um esfor&ccedil;o em prol da selec&ccedil;&atilde;o do Gato Abiss&iacute;nio. No entanto, na sequ&ecirc;ncia da segunda Grande Guerra Mundial e da epidemia de leucemia felina, que se deu entre 1960 e 1970, a ra&ccedil;a quase desapareceu. Nos nossos dias, o Gato Abiss&iacute;nio tornou-se numa das mais conhecidas e apreciadas ra&ccedil;as de p&ecirc;lo curto.</p>
<h2><b>Carater&iacute;sticas</b></h2>
<p>O Gato Abiss&iacute;nio tem uma cabe&ccedil;a de formato cuneiforme, com contornos ligeiramente arredondados. O seu nariz &eacute; de tamanho m&eacute;dio, nunca &eacute; reto, e n&atilde;o tem quebra. De perfil a cabe&ccedil;a descreve uma curvatura suave. Nos machos adultos, s&atilde;o tamb&eacute;m permitidas faceiras. O seu queixo &eacute; firme e bem desenvolvido, de formato arredondado.</p>
<p>As orelhas do Gato Abiss&iacute;nio s&atilde;o grandes e largas na base com as extremidades ligeiramente arredondadas e moderadamente pontiagudas, encontrando-se bastante espa&ccedil;adas e posicionadas em estado de alerta. As orelhas encontram-se cobertas de p&ecirc;los curtos e acamados.</p>
<p>Os olhos s&atilde;o grandes e amendoados, encontrando-se bastante espa&ccedil;ados. S&atilde;o real&ccedil;ados por um tra&ccedil;o fino e escuro da cor da base, e apresentam uma orla de colora&ccedil;&atilde;o mais clara. S&atilde;o brilhantes e expressivos, com uma cor pura e intensa que pode assumir as cores amarela, verde e &acirc;mbar.</p>
<p>O pesco&ccedil;o do Gato Abiss&iacute;nio &eacute; muito comprido e de porte elegante. J&aacute; o seu corpo &eacute; de comprimento e corpul&ecirc;ncia m&eacute;dia e flex&iacute;vel, sendo tamb&eacute;m firme e musculoso. A sua caixa tor&aacute;xica &eacute; arredondada e o dorso &eacute; ligeiramente arqueado.</p>
<p>As suas patas s&atilde;o longas, retas e finas. Quanto aos seus p&eacute;s s&atilde;o pequenos, ovais e pequenos e a sua cauda &eacute; bastante comprida, larga na base e vai-se estreitando progressivamente.</p>
<p>O p&ecirc;lo do Gato Abiss&iacute;no &eacute; denso e cerrado, el&aacute;stico ao toque e acamado. Pode ser curto ou de comprimento m&eacute;dio, principalmente na zona da coluna dorsal.</p>
<h2>Temperamento</h2>
<p>O Gato Abiss&iacute;nio &eacute; um animal muito ativo, extrovertido e brincalh&atilde;o. Apesar de ser extraordinariamente curioso, &eacute; tamb&eacute;m bastante equilibrado. &Eacute; um animal com uma personalidade forte e bastante independente. &Eacute; um gato soci&aacute;vel, muito meigo e sens&iacute;vel, e por isso necessita de muita aten&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o gostando de estar sozinho.</p>
<p>S&atilde;o poucos os gatos que s&atilde;o t&atilde;o devotados ao seu dono como o Gato abiss&iacute;nio. Este &eacute; um gato muito comunicativo, mas com miados muito discretos. A sua impetuosidade vai-se atenuando com a idade.</p>
<p>A manuten&ccedil;&atilde;o da pelagem do gato Abiss&iacute;nio &eacute; f&aacute;cil, bastando pente&aacute;-lo e escov&aacute;-lo uma vez por semana. No entanto, durante a muda de p&ecirc;lo &eacute; necess&aacute;rio eliminar regularmente os p&ecirc;los mortos.</p>


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		<title>Cágado</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cágado]]></category>

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		<description><![CDATA[De forma muito simples, podemos dizer que &#8220;c&#225;gado&#8221; &#233; o nome que se costuma dar &#224;s tartarugas de &#225;gua doce. Existem diversas esp&#233;cies de c&#225;gados ao redor do mundo, nos continentes europeu, americano, africano e asi&#225;tico O tempo do c&#225;gado &#233; passado entre a terra e a &#225;gua, sendo que, ao passo que algumas esp&#233;cies passam mais tempo em terra do que na &#225;gua, outras passam mais tempo na &#225;gua do que em terra. Em Portugal, existem duas esp&#233;cies a viver no seu habitat natural, ou seja, o C&#225;gado Mediterr&#226;nico (Mauremys leprosa) e o C&#225;gado de Carapa&#231;a Estriada (Emys orbicularis). Vamos conhec&#234;-los melhor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De forma muito simples, podemos dizer que &ldquo;c&aacute;gado&rdquo; &eacute; o nome que se costuma dar &agrave;s tartarugas de &aacute;gua doce. Existem diversas esp&eacute;cies de c&aacute;gados ao redor do mundo, nos continentes europeu, americano, africano e asi&aacute;tico O tempo do c&aacute;gado &eacute; passado entre a terra e a &aacute;gua, sendo que, ao passo que algumas esp&eacute;cies passam mais tempo em terra do que na &aacute;gua, outras passam mais tempo na &aacute;gua do que em terra. Em Portugal, existem duas esp&eacute;cies a viver no seu habitat natural, ou seja, o C&aacute;gado Mediterr&acirc;nico (Mauremys leprosa) e o C&aacute;gado de Carapa&ccedil;a Estriada (Emys orbicularis). Vamos conhec&ecirc;-los melhor</p>
<h2><b>O C&aacute;gado Mediterr&acirc;nico</b></h2>
<p>O C&aacute;gado Mediterr&acirc;nico pode ser encontrado, n&atilde;o s&oacute; na Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica, mas tamb&eacute;m em alguns pa&iacute;ses do Norte de &Aacute;frica, como &eacute; o caso de Marrocos, Alg&eacute;ria e Tun&iacute;sia. Visto que a maior reserva desta esp&eacute;cie &eacute; encontrada na Pen&iacute;nsula Ib&eacute;rica, Portugal desempenha um papel important&iacute;ssimo na conserva&ccedil;&atilde;o deste c&aacute;gado. No entanto, algumas das popula&ccedil;&otilde;es que existiam em Portugal acabaram por ficar isoladas e por se extinguir. Tamb&eacute;m em Espanha, pensa-se que nos &uacute;ltimos 60 anos, ocorreu um decr&eacute;scimo de cerca de 30% da popula&ccedil;&atilde;o de c&aacute;gados. &Eacute; principalmente no Sul de Portugal que habita o C&aacute;gado Mediterr&acirc;nico, apesar de tamb&eacute;m existirem algumas comunidades espalhadas por todo o interior at&eacute; Tr&aacute;s-os-Montes. Existem ainda algumas pequenas popula&ccedil;&otilde;es noutros locais, como &eacute; o caso da Reserva Natural de Paul da Arzila, pr&oacute;ximo de Coimbra. As suas zonas de elei&ccedil;&atilde;o s&atilde;o zonas h&uacute;midas e de &aacute;guas paradas ou de baixa corrente.</p>
<p>Atualmente, apesar de esta esp&eacute;cie estar em regress&atilde;o devido &agrave; ac&ccedil;&atilde;o do Homem, com a destrui&ccedil;&atilde;o de habitats e a recolha ilegal como animal de estima&ccedil;&atilde;o para venda, o c&aacute;gado mediterr&acirc;nico ainda pode ser observado com uma certa facilidade nas bacias hidrogr&aacute;ficas do Sul do pa&iacute;s, mais concretamente no Guadiana e tamb&eacute;m no Tejo.</p>
<h2><b>O C&aacute;gado de Carapa&ccedil;a Estriada</b></h2>
<p>Diferentemente do C&aacute;gado Mediterr&acirc;nico, o C&aacute;gado de Carapa&ccedil;a Estriada tem uma distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica muito maior, sendo observado tamb&eacute;m na Europa Central, no Norte de &Aacute;frica e na &Aacute;sia Ocidental. No entanto, em Portugal, a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; muito reduzida e encontra-se em perigo de desaparecer completamente, em estado selvagem.  Esta &eacute; uma esp&eacute;cie rara em Portugal, observando-se apenas alguns indiv&iacute;duos isolados ou pequenas popula&ccedil;&otilde;es.</p>
<h2><b>Alimenta&ccedil;&atilde;o</b></h2>
<p>Geralmente os c&aacute;gados alimentam-se dentro de &aacute;gua, comendo plantas, insetos, peixes, moluscos, e mesmo fruta ca&iacute;da das &aacute;rvores.</p>
<h2><b>Reprodu&ccedil;&atilde;o</b></h2>
<p>Nos meses de Maio ou Junho, a f&ecirc;mea costuma p&ocirc;r &agrave; volta de 15 ovos numa cova que escava na terra e que, ap&oacute;s p&ocirc;r os ovos, ela pr&oacute;pria tapa. Os ovos de c&aacute;gado s&atilde;o muito sens&iacute;veis, sendo que basta mud&aacute;-los de posi&ccedil;&atilde;o para se matar imediatamente o embri&atilde;o. Cerca de cinco meses depois, em meados de Outubro ou Novembro as crias nascem, medindo mais ou menos 3,5 cm e tendo a carapa&ccedil;a ainda mole.</p>
<h2><b>Conserva&ccedil;&atilde;o</b></h2>
<p>Em Portugal, estas duas esp&eacute;cies de c&aacute;gados aut&oacute;ctones est&atilde;o protegidos por lei, n&atilde;o podendo ser mantidos em cativeiro, capturados ou comercializados. Esta medida foi tomada a fim de garantir a sobreviv&ecirc;ncia das esp&eacute;cies e de evitar a redu&ccedil;&atilde;o de exemplares devido &agrave; captura para comercializa&ccedil;&atilde;o como animais de estima&ccedil;&atilde;o. Mesmo assim, as previs&otilde;es quanto ao futuro dos c&aacute;gados n&atilde;o s&atilde;o as melhores. Devido &agrave; cont&iacute;nua diminui&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o de c&aacute;gados em Portugal, tem-se assistido &agrave; fragmenta&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio e tem aumentado a dificuldade de ocorrer o encontro e acasalamento entre indiv&iacute;duos. Assim, se voc&ecirc; REALMENTE gosta de r&eacute;pteis, principalmente de c&aacute;gados, ent&atilde;o n&atilde;o capture exemplares da natureza. Cada c&aacute;gado que &eacute; capturado significa menos um c&aacute;gado a reproduzir-se na natureza, e consequentemente muitos exemplares n&atilde;o nascidos. Al&eacute;m disso, se encontrar animais feridos ou em zonas fora do seu habitat natural, ent&atilde;o entregue o c&aacute;gado &agrave;s autoridades para que este seja reabilitado e solto no seu habitat natural.</p>
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		<title>Leopardo</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 15:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[leopardo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O leopardo tem sido chamado de o mais perfeito dos grandes gatos, belo de apar&#234;ncia e gracioso nos movimentos. Pesa 60 quilos ou mais e possui uma das musculaturas mais fortes do reino animal, tendo em m&#233;dia mais de 60&#160;cent&#237;metros de altura at&#233; aos ombros, e dois metros de comprimento, do nariz &#224; ponta da cauda.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leopardo tem sido chamado de o mais perfeito dos grandes gatos, belo de apar&ecirc;ncia e gracioso nos movimentos. Pesa 60 quilos ou mais e possui uma das musculaturas mais fortes do reino animal, tendo em m&eacute;dia mais de 60&nbsp;cent&iacute;metros de altura at&eacute; aos ombros, e dois metros de comprimento, do nariz &agrave; ponta da cauda.</p>
<p>Algo que sobressai no leopardo s&atilde;o os seus olhos verdes luminosos. Possuem uma camada especial de c&eacute;lulas, o tapetum,&nbsp;que lhes d&aacute; uma vis&atilde;o noturna extraordin&aacute;ria. O leopardo v&ecirc; bem com um sexto da luminosidade necess&aacute;ria aos olhos humanos. Essa camada de c&eacute;lulas, refletindo a luz atrav&eacute;s da retina, cria o efeito brilhante visto quando um raio de luz atinge os seus olhos &agrave; noite.</p>
<p>Se voc&ecirc; observasse o leopardo a descansar durante o dia, notaria que ele ofega como se estivesse &agrave; beira da exaust&atilde;o. Por&eacute;m, o seu r&aacute;pido resfolegar &eacute; parte de um eficiente sistema de refrigera&ccedil;&atilde;o. Ofegando at&eacute; 150 vezes por minuto, a humidade evapora de sua l&iacute;ngua, boca e orif&iacute;cios nasais.</p>
<p>O mais adapt&aacute;vel dos grandes gatos, o leopardo pode ser encontrado em desertos e florestas; em montanhas e ao n&iacute;vel do mar; em pa&iacute;ses t&atilde;o diferentes como a China, a &Iacute;ndia e o Qu&eacute;nia. Apesar da invas&atilde;o do homem em boa parte do seu habitat, os cientistas calculam que existam perto de um milh&atilde;o de leopardos s&oacute; na &Aacute;frica e na &Aacute;sia.</p>
<h2><b>Um</b> <b>Gato</b> S<b>olit&aacute;rio</b></h2>
<p>O leopardo n&atilde;o &eacute; um gato soci&aacute;vel. Embora de vez em quando se vejam pares, os leopardos s&atilde;o ca&ccedil;adores solit&aacute;rios. Para reduzir a possibilidade de encontros inesperados ou hostis, o leopardo delimita o seu territ&oacute;rio, que pode abranger de 25 a 65 quil&oacute;metros quadrados. Ele expele uma secre&ccedil;&atilde;o produzida em gl&acirc;ndulas especiais para demarcar os limites do seu lar. O seu odor talvez informe os outros leopardos do sexo, idade, estado sexual, e possivelmente at&eacute; a identidade do &ldquo;dono da terra&rdquo;.</p>
<p>O leopardo ca&ccedil;a com sua furtividade caracter&iacute;stica. Para proteger o seu despojo de animais necr&oacute;fagos, como as hienas e os chacais, ele guarda as suas presas maiores na forquilha de uma &aacute;rvore, a uns 9 ou 12 metros acima do ch&atilde;o. O leopardo prefere comer com calma, com o corpo pregui&ccedil;osamente espraiado nos galhos de uma &aacute;rvore, e em total sigilo, camuflado pelos galhos e pela folhagem.</p>
<p>Deixado em paz, o leopardo tende a ser t&iacute;mido e reservado e evitar&aacute; confrontos com o homem. Assim, embora alguns leopardos tenham perdido o medo dos humanos e se tornado antrop&oacute;fagos, a maioria quase n&atilde;o representa amea&ccedil;a para o homem. Mas, quando ferido ou encurralado, o leopardo n&atilde;o demonstra medo algum do seu inimigo.</p>
<h2><b>A</b> <b>M&atilde;e</b> L<b>eopardo</b></h2>
<p>Os leopardos criam os filhotes em relativa furtividade. Os filhotes rec&eacute;m-nascidos s&atilde;o mantidos escondidos, em geral numa caverna, nos dois primeiros meses de vida. Embora o pai n&atilde;o participe na cria&ccedil;&atilde;o dos filhotes, a m&atilde;e forma um v&iacute;nculo achegado com eles, alimentando-os, limpando-os e mantendo-os aquecidos. Com o tempo, a m&atilde;e talvez mude a sua ninhada de dois ou tr&ecirc;s filhotes para um novo lar, carregando-os pelo pesco&ccedil;o se ainda forem pequeninos ou simplesmente chamando-os a segui-la, se j&aacute; forem maiorzinhos.</p>
<p>A m&atilde;e leoparda tamb&eacute;m procura manter os filhotes longe da vista dos inimigos, como os babu&iacute;nos. Mas se os babu&iacute;nos atacam os filhotes, ela os enfrentar&aacute;, colocando a vida em risco para dar aos filhotes a oportunidade de fugir para um lugar seguro. Ela tamb&eacute;m assume riscos formid&aacute;veis para alimentar os filhotes. O gato normalmente reservado passar&aacute; por uma manada de elefantes a barrir para trazer carne para a sua prole faminta.</p>
<p>Curiosamente, os jovens leopardos n&atilde;o manifestam seu esp&iacute;rito independente por um bom tempo. Os filhotes s&atilde;o desmamados quando completam cerca de seis meses, mas n&atilde;o matam suas pr&oacute;prias presas at&eacute; terem um ano de idade. Os machos n&atilde;o se tornam solit&aacute;rios at&eacute; cerca de dois anos e meio de idade. Quando adultas, as f&ecirc;meas podem continuar a partilhar o territ&oacute;rio da m&atilde;e.</p>
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		<title>Periquito</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 12:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aves]]></category>
		<category><![CDATA[periquito]]></category>

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		<description><![CDATA[O periquito &#233; um animal proveniente da Austr&#225;lia que foi introduzido pela primeira vez no continente europeu em 1840 pela m&#227;o do naturalista Gould que levou v&#225;rios exemplares verdes consigo para Inglaterra. Devido ao seu comportamento em cativeiro, os periquitos ganharam uma enorme popularidade junto dos criadores de aves por toda a Europa. Algumas d&#233;cadas mais tarde, come&#231;aram a ser feitas as primeiras muta&#231;&#245;es de cor, tendo-se come&#231;ado pelo amarelo. Mais tarde surgiram os exemplares azuis que, no in&#237;cio do s&#233;culo XX, ganharam grande fama entre os amantes de p&#225;ssaros. Com o passar dos anos, as muta&#231;&#245;es de cores n&#227;o pararam e, nos nossos dias, n&#227;o se sabe muito bem quantas cores haver&#225;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O periquito &eacute; um animal proveniente da Austr&aacute;lia que foi introduzido pela primeira vez no continente europeu em 1840 pela m&atilde;o do naturalista Gould que levou v&aacute;rios exemplares verdes consigo para Inglaterra. Devido ao seu comportamento em cativeiro, os periquitos ganharam uma enorme popularidade junto dos criadores de aves por toda a Europa. Algumas d&eacute;cadas mais tarde, come&ccedil;aram a ser feitas as primeiras muta&ccedil;&otilde;es de cor, tendo-se come&ccedil;ado pelo amarelo. Mais tarde surgiram os exemplares azuis que, no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX, ganharam grande fama entre os amantes de p&aacute;ssaros. Com o passar dos anos, as muta&ccedil;&otilde;es de cores n&atilde;o pararam e, nos nossos dias, n&atilde;o se sabe muito bem quantas cores haver&aacute;.</p>
<h2><b><b>Alojamento e Alimenta&ccedil;&atilde;o</b></b></h2>
<p>Quando algu&eacute;m decide comprar um periquito, o melhor &eacute; recorrer a criadores especializados nesta &aacute;rea ou ent&atilde;o dirigir-se a lojas de animais de estima&ccedil;&atilde;o. Mas, antes disso, &eacute; importante que se providencie um espa&ccedil;o e um alojamento para ele, o que n&atilde;o ser&aacute; muito dif&iacute;cil pois os periquitos s&atilde;o aves de f&aacute;cil adapta&ccedil;&atilde;o ao meio em que s&atilde;o inseridos. No que diz respeito ao alojamento, pode-se optar por uma gaiola, dispon&iacute;vel em qualquer loja de animais de estima&ccedil;&atilde;o. &Eacute; no entanto importante que voc&ecirc; se certifique se a gaiola est&aacute; realmente preparada para receber periquitos.</p>
<p>Assim como no que diz respeito &agrave; gaiola, tamb&eacute;m n&atilde;o ser&aacute; dif&iacute;cil encontr&aacute;-la. Existem no mercado diversas solu&ccedil;&otilde;es de mistura de milho-alvo, alpista, aveia descascada e papa fortificante. &Eacute; tamb&eacute;m importante providenciar-lhes vitaminas e c&aacute;lcio em pequenas pedras. Al&eacute;m disso, ocasionalmente podem dar-se alimentos verdes como cenoura e olho de couve certificando-se sempre que est&atilde;o devidamente lavados em &aacute;gua fresca. &Eacute; tamb&eacute;m muito importante que a &aacute;gua do bebedouro seja renovada diariamente com &aacute;gua fresca.</p>
<h2><b>Cria&ccedil;&atilde;o &agrave; M&atilde;o</b></h2>
<p>Hoje em dia, &eacute; relativamente f&aacute;cil criar-se periquitos &agrave; m&atilde;o, sendo no entanto necess&aacute;rias tr&ecirc;s coisas: uma papa especial para periquitos, uma seringa especial para a alimenta&ccedil;&atilde;o da cria e muita paci&ecirc;ncia.</p>
<p>Este tipo de cria&ccedil;&atilde;o s&oacute; deve ser feito quando a cria j&aacute; est&aacute; parcialmente formada, possuindo as suas primeiras penas e tendo j&aacute; um tamanho consider&aacute;vel. A&iacute;, as crias devem ser colocadas num local com temperatura nunca inferior a 25&ordm; C.&nbsp; O ninho pode ser feito num cesto ou balde, devendo a cria ser mantida e criada a&iacute;. A cria&ccedil;&atilde;o desta esp&eacute;cie &eacute; aconselhada apenas durante a &eacute;poca do Ver&atilde;o, uma vez que as temperaturas altas s&atilde;o favor&aacute;veis para a cria. No entanto, quando algu&eacute;m opta pelo Inverno para fazer cria&ccedil;&atilde;o, deve tapar a cria com algod&atilde;o, permitindo-lhe assim manter a temperatura do corpo. Quando a cria atinge a idade para come&ccedil;ar a voar &eacute; importante que deixe a cria pousar na sua m&atilde;o. Isso acontecer&aacute; principalmente enquanto se continua a dar a comida atrav&eacute;s de uma seringa, prevenindo assim futuras bicadas. Existem alguns truques que podem ser ensinado ao periquito, tais como entrar e sair da gaiola, ou at&eacute; ensin&aacute;-lo a dizer algumas palavras. Este processo &eacute; mais rapidamente aprendido pelos machos que t&ecirc;m maiores probabilidades de serem eles a come&ccedil;ar a imitar umas palavras. No entanto, a apet&ecirc;ncia para a fala parece depender mais do indiv&iacute;duo em si do que do sexo das aves. Apesar de o treino poder come&ccedil;ar a partir de qualquer idade, quanto mais cedo se come&ccedil;ar mais facilmente obter&aacute; resultados.</p>
<h2><b>Distin&ccedil;&atilde;o dos Sexos</b></h2>
<p>&Eacute; relativamente simples fazer a distin&ccedil;&atilde;o do sexo nos periquitos pois, ao passo que os machos t&ecirc;m a car&uacute;ncula nasal (a zona acima das narinas) azulada, as f&ecirc;meas apresentam essa zona em tons acastanhados, rosados ou mesmo acizentados. No entanto, essa caracter&iacute;stica s&oacute; se come&ccedil;a a desenvolver a partir dos seis meses de idade, sendo essa a &uacute;nica forma segura de visualmente se poder distinguir o sexo destas aves. Quando falamos de periquitos albinos, tanto o macho como a f&ecirc;mea s&atilde;o visualmente id&ecirc;nticos, pois ambos t&ecirc;m a car&uacute;ncula de cor rosada.</p>
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